FAROL DA BARRA:
25 de mar. de 2010
23 de mar. de 2010
23 de fev. de 2010
12 de dez. de 2009
O Galagrama
Sou casado há mais 3 anos e nada de minha mulher engravidar. Ela sempre comentava que iria fazer uns exames e tal. Sempre nos exames dela dava uns tais de policistos, etc... Fez tratamentos, exames, tratamentos, um atrás do outro... e nada!... os mesmos policistos. Aí, certa vez vem a notícia dela: A Médica pediu para você fazer um exame: Um Espermograma.
Fiquei dias pensando como seria esse exame de espermograma – que gentilmente o batizei de Galagrama, como seria o processo? o que dizer na hora da recepção? etc. Enfim, decidimos ir. Aliás, decidimos não. Ela decidiu marcar o dia. Chegou o dia. Fomos lá na clínica. Deveria ter umas 20 pessoas na espera que é exatamente em frente das recepcionistas ou seja, todo mundo escuta tudo, menos a TV que tinha lá. Eram olhares de um lado pro outro... cada um querendo saber o que o vizinho tinha de “doença”. Isso era mulher, homem, senhoras, meninos, meninas, enfim... e ninguém olhava a porra da TV. Daqui a pouco sai o nº da minha senha. Pronto, chegou minha vez. Me levanto.... e lógico, quatrocentos olhos em cima de mim, aliás, de todos que se levantavam, mas novamente noto que ninguém olha pra TV... só olha pro paciente que ali está.
Entrego minha requisição à recepcionista. Ela lê lá que é ESPERMOGRAMA, mas mesmo assim pergunta num tom um pouco acima: ESPERMOGRAMA? Adivinha... todos olham, lógico! Aí que ela diz: só 1 minuto. Aí eu olho pra TV pra ver se alguém se empolga .. que nada!
Lá vem a recepcionista com um formulário cheio de perguntas. Ao invés dela me entregar e eu preencher, não. Preferiu ficar perguntando: Tem Filhos ? É a primeira vez que faz um espermograma ? está em abstinência há mais de 3 dias ?.. e por aí vai. Imagine. Pronto. Terminei a primeira etapa. Ela diz: aguarde lhe chamar.
Volto para o lado de minha mulher. Ela com as bochechas inchadas e vermelhas querendo explodir de rir com a situação. Aí, pra relaxar eu comecei e perturbá-la dizendo a ela que a recepcionista havia dito que haviam umas assistentes e que elas viriam me buscar pra fazer o “processo”. Fiquei dizendo que seriam duas mulheres, gostosíssimas, uma loira e uma morena e que eu iria entrar com elas e iria passar umas duas horas lá dentro. Nisso, acaba o programa de Ana Maria Braga e começa outro pior ainda. Aí eu tive certeza que ninguém iria mais olhar a TV mesmo. E aí, mesma situação. Pessoas são chamadas, outras saem da “portinha” com uns exames, outras entram. E eu dizendo que as mulheres estavam perto de vir me buscar. Pois num é que aparece uma loiraça na porta e chama: “FULANO DE TAL”.... Não era eu. E continua o processo, uns vem chamar, pessoas entram, saem, aquela rotina. E lógico, todos olhando pra todos.
Daqui a pouco aparece um negão – quase 2 metros de altura e chama: - “Pedro Henrique”. Eu mesmo. Puuuutz. A risada, inevitável. Lá vou eu com os meus papéis. Entrego a ele, ele pede para que eu acompanhe. Entra no corredor e chegamos a uma porta onde tem uma placa “NÃO ENTRE SEM PERMISSÃO”. Nisso, algumas imagens passam ao meu redor : uma médica passando com uns papéis, uma mulher mancando, uma criança indo tirar sangue, etc. O cara abre a porta pra mim e me mostra o cenário: Uma cadeira pequena, algumas revistas viradas e na frente da cadeira uma TV passando algumas imagens e vídeos... cada imagem mais fuleira que a outra. As revistas antigas, uma internacional, etc. Nesse “espaço” tem também um sanitário, uma pia, um rolo de papel toalha, papel higiênico, etc. Sim, entro com dois recipientes: um para colocar o “motivo do exame” e o outro é um sabonete líquido para eu usar quando terminar o serviço.
Pois bem, lá estou eu tentando me familiarizar com o ambiente, começando a folhear as revistas como quem não quer nada, mas a acústica da sala é péssima – fico pensando que o povo de fora fica escutando o folhear da revista – fico pensando não. Tenho certeza! Nisso vou tentando me distrair e “prestar atenção no serviço”, mas os ruídos externos são péssimos para a concentração. Fico meio impaciente. Olho uma revista, outra, tudo isso muito rapidamente, olho para o relógio, etc. E nada do “doidinho” dá sinal de vida. O que fazer ? bem, respiiiiiiiiiiiiiiro... começo tudo de novo, olho a TV com as imagens.. o vídeo (sem som, lógico). Folheio novamente as revistas, etc, etc, etc. ....OPS!.... sinal de fumaça! E aí eu começo meu processo – ufa vou terminar logo isso, penso logo. E lá estou eu todo animado. Quando tô quase lá, vem um grito e um choro de fora: aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii.... buááááááááááááá....: era uma criança que acabava de levar uma injeção. Puuuuuuuuuuuuuuuutzzzz. O “doidinho”, logicamente, tenta se esconder, né.... começo uma negociação com ele, conversa vai, conversa vem, mas ele insiste em “sinalizar” que aquela situação ali é totalmente desfavorável. Tenho que concordar com ele, mas sigo em frente pra terminar o serviço. Enfim, lá vamos nós. Mas não podia ser diferente. Com todo aquele “clima” saem apenas uns míseros 10 pinguinhos – que rapidamente encosto o recipiente para “prendê-los” ali.
Me arrumo todo, uso o sabonete líquido que o negão havia me dado. Tudo como manda o figurino. Preparo minha cara de pau para sair da sala. Pense num constrangimento. Quando eu abro a sala ta lá o Negão me esperando e solta: PRONTO ???. Eu não sabia onde me enterrar. Lá vou eu com o recipiente – transparente, com os vergonhosos pinguinhos dentro dele. Eu pego um dos papéis que tenho que entregar à recepcionista e o enrolo pra poder sair. Na saída, o trajeto é o mesmo da ida: contorna a mesa das atendentes, passa em frente aos “telespectadores”, e entrega o papel, o recipiente, a atendente. Aí ela também pergunta: PRONTO??. Não sei o porque dessas perguntas, já que eu já estou devolvendo tudo ali, né!.
Pronto, agora é ir buscar o resultado e levar para a Médica da minha esposa quando ela retornar a ela.
Pego o resultado, abro com curiosidade, apesar de não entender nada. São números e mais números e fecho de novo. Ficarei aguardando minha esposa marcar com a Médica dela para levar o bendito exame.
Chega o dia. Fomos lá na Médica, ela abre começa a “leitura” dos números e dando um “tics” em cada um.
No final há um parecer: QUANTIDADE DE SECREÇÃO APRESENTADA NO EXAME NÃO POSSIBILITA MAIORES DIAGNÓSTICOS. A Médica com a cara de quem não sabe nada me diz: VAI TER QUE REPETIR O EXAME.
Pergunte se eu fiz!.
Maaaaaaaaaaaaais nunca.
Fiquei dias pensando como seria esse exame de espermograma – que gentilmente o batizei de Galagrama, como seria o processo? o que dizer na hora da recepção? etc. Enfim, decidimos ir. Aliás, decidimos não. Ela decidiu marcar o dia. Chegou o dia. Fomos lá na clínica. Deveria ter umas 20 pessoas na espera que é exatamente em frente das recepcionistas ou seja, todo mundo escuta tudo, menos a TV que tinha lá. Eram olhares de um lado pro outro... cada um querendo saber o que o vizinho tinha de “doença”. Isso era mulher, homem, senhoras, meninos, meninas, enfim... e ninguém olhava a porra da TV. Daqui a pouco sai o nº da minha senha. Pronto, chegou minha vez. Me levanto.... e lógico, quatrocentos olhos em cima de mim, aliás, de todos que se levantavam, mas novamente noto que ninguém olha pra TV... só olha pro paciente que ali está.
Entrego minha requisição à recepcionista. Ela lê lá que é ESPERMOGRAMA, mas mesmo assim pergunta num tom um pouco acima: ESPERMOGRAMA? Adivinha... todos olham, lógico! Aí que ela diz: só 1 minuto. Aí eu olho pra TV pra ver se alguém se empolga .. que nada!
Lá vem a recepcionista com um formulário cheio de perguntas. Ao invés dela me entregar e eu preencher, não. Preferiu ficar perguntando: Tem Filhos ? É a primeira vez que faz um espermograma ? está em abstinência há mais de 3 dias ?.. e por aí vai. Imagine. Pronto. Terminei a primeira etapa. Ela diz: aguarde lhe chamar.
Volto para o lado de minha mulher. Ela com as bochechas inchadas e vermelhas querendo explodir de rir com a situação. Aí, pra relaxar eu comecei e perturbá-la dizendo a ela que a recepcionista havia dito que haviam umas assistentes e que elas viriam me buscar pra fazer o “processo”. Fiquei dizendo que seriam duas mulheres, gostosíssimas, uma loira e uma morena e que eu iria entrar com elas e iria passar umas duas horas lá dentro. Nisso, acaba o programa de Ana Maria Braga e começa outro pior ainda. Aí eu tive certeza que ninguém iria mais olhar a TV mesmo. E aí, mesma situação. Pessoas são chamadas, outras saem da “portinha” com uns exames, outras entram. E eu dizendo que as mulheres estavam perto de vir me buscar. Pois num é que aparece uma loiraça na porta e chama: “FULANO DE TAL”.... Não era eu. E continua o processo, uns vem chamar, pessoas entram, saem, aquela rotina. E lógico, todos olhando pra todos.
Daqui a pouco aparece um negão – quase 2 metros de altura e chama: - “Pedro Henrique”. Eu mesmo. Puuuutz. A risada, inevitável. Lá vou eu com os meus papéis. Entrego a ele, ele pede para que eu acompanhe. Entra no corredor e chegamos a uma porta onde tem uma placa “NÃO ENTRE SEM PERMISSÃO”. Nisso, algumas imagens passam ao meu redor : uma médica passando com uns papéis, uma mulher mancando, uma criança indo tirar sangue, etc. O cara abre a porta pra mim e me mostra o cenário: Uma cadeira pequena, algumas revistas viradas e na frente da cadeira uma TV passando algumas imagens e vídeos... cada imagem mais fuleira que a outra. As revistas antigas, uma internacional, etc. Nesse “espaço” tem também um sanitário, uma pia, um rolo de papel toalha, papel higiênico, etc. Sim, entro com dois recipientes: um para colocar o “motivo do exame” e o outro é um sabonete líquido para eu usar quando terminar o serviço.
Pois bem, lá estou eu tentando me familiarizar com o ambiente, começando a folhear as revistas como quem não quer nada, mas a acústica da sala é péssima – fico pensando que o povo de fora fica escutando o folhear da revista – fico pensando não. Tenho certeza! Nisso vou tentando me distrair e “prestar atenção no serviço”, mas os ruídos externos são péssimos para a concentração. Fico meio impaciente. Olho uma revista, outra, tudo isso muito rapidamente, olho para o relógio, etc. E nada do “doidinho” dá sinal de vida. O que fazer ? bem, respiiiiiiiiiiiiiiro... começo tudo de novo, olho a TV com as imagens.. o vídeo (sem som, lógico). Folheio novamente as revistas, etc, etc, etc. ....OPS!.... sinal de fumaça! E aí eu começo meu processo – ufa vou terminar logo isso, penso logo. E lá estou eu todo animado. Quando tô quase lá, vem um grito e um choro de fora: aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii.... buááááááááááááá....: era uma criança que acabava de levar uma injeção. Puuuuuuuuuuuuuuuutzzzz. O “doidinho”, logicamente, tenta se esconder, né.... começo uma negociação com ele, conversa vai, conversa vem, mas ele insiste em “sinalizar” que aquela situação ali é totalmente desfavorável. Tenho que concordar com ele, mas sigo em frente pra terminar o serviço. Enfim, lá vamos nós. Mas não podia ser diferente. Com todo aquele “clima” saem apenas uns míseros 10 pinguinhos – que rapidamente encosto o recipiente para “prendê-los” ali.
Me arrumo todo, uso o sabonete líquido que o negão havia me dado. Tudo como manda o figurino. Preparo minha cara de pau para sair da sala. Pense num constrangimento. Quando eu abro a sala ta lá o Negão me esperando e solta: PRONTO ???. Eu não sabia onde me enterrar. Lá vou eu com o recipiente – transparente, com os vergonhosos pinguinhos dentro dele. Eu pego um dos papéis que tenho que entregar à recepcionista e o enrolo pra poder sair. Na saída, o trajeto é o mesmo da ida: contorna a mesa das atendentes, passa em frente aos “telespectadores”, e entrega o papel, o recipiente, a atendente. Aí ela também pergunta: PRONTO??. Não sei o porque dessas perguntas, já que eu já estou devolvendo tudo ali, né!.
Pronto, agora é ir buscar o resultado e levar para a Médica da minha esposa quando ela retornar a ela.
Pego o resultado, abro com curiosidade, apesar de não entender nada. São números e mais números e fecho de novo. Ficarei aguardando minha esposa marcar com a Médica dela para levar o bendito exame.
Chega o dia. Fomos lá na Médica, ela abre começa a “leitura” dos números e dando um “tics” em cada um.
No final há um parecer: QUANTIDADE DE SECREÇÃO APRESENTADA NO EXAME NÃO POSSIBILITA MAIORES DIAGNÓSTICOS. A Médica com a cara de quem não sabe nada me diz: VAI TER QUE REPETIR O EXAME.
Pergunte se eu fiz!.
Maaaaaaaaaaaaais nunca.
20 de nov. de 2009
10 de nov. de 2009
7 de nov. de 2009
30 de out. de 2009
23 de out. de 2009
A velhinha e a farmácia

A velhinha, toda elétrica, entra na farmácia:
- Vocês têm analgésicos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm remédio contra reumatismo?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm camisinha lubrificada?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm Viagra?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm pomada anti-ruga?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm gel para hemorróidas?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm bicarbonato?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm antidepressivos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm soníferos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm remédio para a memória?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm fraldas para adultos?
- Temos sim senhoooooora!!!
Minha senhora isto aqui é uma far-má-cia, nós temos isso tudo.
Qual é seu problema?
- Bem é que vou casar com meu noivo que tem 85 anos, e eu vou fazer 80 no fim do mês.
Nós gostaríamos de saber, se podemos deixar nossa lista de casamento aqui com vocês.
18 de out. de 2009
12 de out. de 2009
10 de out. de 2009
25 Formas de Passar o Tempo no Elevador

1 - Quando houver só uma pessoa no elevador, dê um tapinha no ombro dela e finja que não foi você.
2 - Aperte os botões do elevador e finja que eles dão choque. Sorria e faça novo.
3 - Se ofereça para apertar os botões para os outros, mas aperte os botões errados.
4 - Segure a porta e diga que está esperando por um amigo. Depois de um tempo, deixe a porta fechar e diga: "Olá Zé. Como vai você?"
5 - Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pega-lá, então grite: "Ei, é minha!"
6 - Traga uma câmera e tire fotos de todos no elevador.
7 - Traga uma mesa para dentro do elevador e quando alguém entrar, pergunte se marcaram hora.
8 - Leve um Banco Imobiliário e pergunte para as pessoas se elas querem jogar.
9 - Deixe uma caixa no canto e quando alguém entrar pergunte se elas ouviram um tique-taque.
10 - Finja ser uma aeromoça e revise os procedimentos de emergência com os passageiros.
11 - Pergunte: "Você sentiu isso?"
12 - Fique bem perto de alguém, fungando em seu cangote de vez em quando.
13 - Quando a porta se fechar, fale: "Tudo bem. Não entrem em pânico. Ela abrirá novamente".
14 - Mate moscas que não existem.
15 - Diga às pessoas que você pode ver sua aura.
16 - Grite: "Abraço grupal", então force as pessoas a se juntarem.
17 - Faça caretas dolorosamente enquanto bate na sua testa e murmure: "Calem a boca, todos vocês, calem a boca!".
18 - Abra sua pasta ou bolsa e enquanto olha dentro dela pergunte: "Tem ar suficiente aí dentro?"
19 - Fique quieto e parado no canto do elevador, encarando a parede.
20 - Encare outro passageiro por um tempo, e grite com horror: "Você é um deles!" e recue devagar.
21 - Coloque uma marionete na mão e use-a para falar com os outros.
22 - Escute as paredes do elevador com seu estetoscópio.
23 - Faça barulhos de explosão quando alguém apertar um botão.
24 - Encare outro passageiro por um tempo e fale: "Estou usando meias novas".
25 - Desenhe um pequeno quadrado no chão com giz e diga para os outros: "Este é o meu espaço".
8 de out. de 2009
VACA PRETA E BRANCA

Um trilheiro pergunta para um caipira acompanhado de duas vacas, uma preta e uma branca:
— Essa sua vaca dá muito trabalho?
— Qual, a preta ou o branca?
— Ah, a preta.
— A preta dá muito trabalho.
— E a branca?
— Ah também.
— Essa vaca dá muito leite?
— Qual, a preta ou o branca?
— Ah, a preta.
— A preta dá muito leite.
— E a branca?
— Ah, também.
— Poxa, mas tudo que eu te pergunto você pergunta se é a preta ou o branca.
— É porque a preta é minha.
— E a branca?
— Também!
— Essa sua vaca dá muito trabalho?
— Qual, a preta ou o branca?
— Ah, a preta.
— A preta dá muito trabalho.
— E a branca?
— Ah também.
— Essa vaca dá muito leite?
— Qual, a preta ou o branca?
— Ah, a preta.
— A preta dá muito leite.
— E a branca?
— Ah, também.
— Poxa, mas tudo que eu te pergunto você pergunta se é a preta ou o branca.
— É porque a preta é minha.
— E a branca?
— Também!
4 de out. de 2009
Das Vantagens de Ser Bobo - Clarice Lispector

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo.
O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas.
Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando.
"Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.
O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.
Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro.
Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.
Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"
Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!
Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida.Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.
Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!
Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
27 de set. de 2009
RAPIDINHAS
Pensamento do Dia:
Às vezes você chora e ninguém vê as suas lágrimas...
Às vezes você se entristece e ninguém percebe o seu abatimento...
Às vezes você sorri e ninguém repara na beleza do seu sorriso...
Agora...PEIDA pra ver!
______ _________ _________ _______
LÓGICA
O garoto apanhou da vizinha, e a mãe furiosa foi tomar satisfação:
- Por que a senhora bateu no meu filho?
- Ele foi mal-educado, e me chamou de gorda.
- E a senhora acha que vai emagrecer batendo nele?
________ _________ _________ _____
NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome ?
- Abu Abdalah Sarafi.- Sexo ?-
... Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher ?
- Homem, mulher.... algumas vezes camelo...
_______ _________ _________ _____
DIVISÃO DE BENS
Dois amigos se encontram depois de muito anos.
- Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens.
- E as crianças?
- O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu.
- Então ficaram com a mãe?
- Não, ficaram com nosso advogado.
______ _________ _________ _____
CAIPIRÃO
O representante do censo pergunta ao caipira:
- Quantos filhos o senhor tem ?
- Bão... as minina são seis... os minino são quatro...
- Então sua prole é grande?
- Grande até que não, mas tá sempre dura...
______ _________ _________ _____
BODAS
Dois amigos conversam sobre as maravilhas do Oriente..
Um deles diz:
- Quando completei 25 anos de casado, levei minha mulher ao Japão.
- Não diga? E o que pensa fazer quando completarem 50 ?
- Volto lá para buscá-la...
______ _________ _________ _____
EMERGÊNCIA
Um eletricista vai até a UTI de um hospital, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos e diz-lhes:
- Respirem fundo: vou mudar o fusível.
Às vezes você chora e ninguém vê as suas lágrimas...
Às vezes você se entristece e ninguém percebe o seu abatimento...
Às vezes você sorri e ninguém repara na beleza do seu sorriso...
Agora...PEIDA pra ver!
______ _________ _________ _______
LÓGICA
O garoto apanhou da vizinha, e a mãe furiosa foi tomar satisfação:
- Por que a senhora bateu no meu filho?
- Ele foi mal-educado, e me chamou de gorda.
- E a senhora acha que vai emagrecer batendo nele?
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NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome ?
- Abu Abdalah Sarafi.- Sexo ?-
... Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher ?
- Homem, mulher.... algumas vezes camelo...
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DIVISÃO DE BENS
Dois amigos se encontram depois de muito anos.
- Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens.
- E as crianças?
- O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu.
- Então ficaram com a mãe?
- Não, ficaram com nosso advogado.
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CAIPIRÃO
O representante do censo pergunta ao caipira:
- Quantos filhos o senhor tem ?
- Bão... as minina são seis... os minino são quatro...
- Então sua prole é grande?
- Grande até que não, mas tá sempre dura...
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BODAS
Dois amigos conversam sobre as maravilhas do Oriente..
Um deles diz:
- Quando completei 25 anos de casado, levei minha mulher ao Japão.
- Não diga? E o que pensa fazer quando completarem 50 ?
- Volto lá para buscá-la...
______ _________ _________ _____
EMERGÊNCIA
Um eletricista vai até a UTI de um hospital, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos e diz-lhes:
- Respirem fundo: vou mudar o fusível.
23 de set. de 2009
O Bêbado
O Bêbado foi a uma festa de despedida de solteiro de um amigo em uma chácara perto da casa dele.
A galera toda lá. Muita cerveja, uísque, vinho. A noite prometia. Muitas gatinhas. Galera animada. Saiu de lá nem sabe que horas.
Travado!
Indo pela rodovia, avistei algo que se tornou o terror dos festeiros... Uma blitz!!!
Começou a rezar para tudo quanto era santo. Mas... foi sorteado. Quando parei, quase atropelei o guarda. Tava ruim. O guarda pediu para eu descer do carro.
Quase não conseguiu. Aí o pesadelo aumentou. Ouviu o que qualquer bêbado teme:
- Vamos fazer o teste do bafômetro ! Tá frito! Pensou. Quando, ao que parece, os santos resolveram me atender. Um caminhão bate na outra pista e espalha toda a sua carga...
Os guardas imediatamente dizem ao bêbado:
- Vá embora, vamos socorrer aquele acidente!!!
Ele, mais que depressa (ou pelo menos tentando), entrou no carro e foi embora.
Feliz da vida. Hoje é meu dia de sorte, pensou. Chegou em casa, guardou o carro e, após agradecer aos santos pelo meu dia de sorte, foi dormir. Tava feliz. No outro dia, a mãe do bêbado o acorda as 7 da manhã e pergunta a ele: - Filho, de quem é aquela viatura da polícia estacionada dentro da nossa garagem?

22 de set. de 2009
Esperando o Ônibus...
A mulher compra um armário na Tok Stock e decide montá-lo para fazer uma surpresa ao marido. Ela segue bem as instruções e, em meia hora, termina.
Mas na rua passa um ônibus. O chão vibra, o armário treme, treme, e bruumm, e se espatifa no chão.
A mulher não desiste.. Remonta o armário, segue todas as etapas, uma por uma, até acrescenta uma pontinha de Super-Bonder aqui e ali.
Pronto. Terminado. Mas logo passa o ônibus, de novo o chão treme, o armário> balança, cai e se esfacela.
Ela não agüenta e chama o serviço de pós-venda da Tok Stock.
Um técnico chega no apartamento, olha tudo e diz: - Deixa comigo, dona, que eu monto este armário em 15 minutos.
Em 15 minutos o armário está perfeito.... Mas logo um ônibus passa, o chão vibra, o armário treme, treme, e se espatifa em mil pedaços.
__ Ah, não acredito nisso - diz o técnico. Ele reinicia a montagem, com uma cola super forte, parafusos adicionais, uns pregos aqui e ali.... Pronto, terminado. Mas basta o ônibus passar mais uma vez que o armário arrebenta outra vez.
O técnico fica bravo. Não se conforma. Telefona para o departamento técnico da loja, pega algumas dicas e remonta o armário, dessa vez com todos os reforços possíveis.
E, para descobrir o que realmente acontece quando o ônibus passa, ele> decide ficar dentro do armário.
Nesse momento o marido, super ciumento, volta do trabalho.
Assim que ele entra em casa, vê a caixa de ferramentas, os tocos de cigarro, o casaco do técnico, e fala para a mulher: __ Você está me traindo, tenho certeza!!! De quem é esse casaco? E esses cigarros? E esse armário novo? Tenho certeza de que ele está aí dentro!!!
Ele abre o armário e diz:> __ O que o senhor está fazendo aí? E o técnico responde:
__ Eu sei que o senhor não vai acreditar, mas estou esperando o ônibus...
Mas na rua passa um ônibus. O chão vibra, o armário treme, treme, e bruumm, e se espatifa no chão.
A mulher não desiste.. Remonta o armário, segue todas as etapas, uma por uma, até acrescenta uma pontinha de Super-Bonder aqui e ali.
Pronto. Terminado. Mas logo passa o ônibus, de novo o chão treme, o armário> balança, cai e se esfacela.
Ela não agüenta e chama o serviço de pós-venda da Tok Stock.
Um técnico chega no apartamento, olha tudo e diz: - Deixa comigo, dona, que eu monto este armário em 15 minutos.
Em 15 minutos o armário está perfeito.... Mas logo um ônibus passa, o chão vibra, o armário treme, treme, e se espatifa em mil pedaços.
__ Ah, não acredito nisso - diz o técnico. Ele reinicia a montagem, com uma cola super forte, parafusos adicionais, uns pregos aqui e ali.... Pronto, terminado. Mas basta o ônibus passar mais uma vez que o armário arrebenta outra vez.
O técnico fica bravo. Não se conforma. Telefona para o departamento técnico da loja, pega algumas dicas e remonta o armário, dessa vez com todos os reforços possíveis.
E, para descobrir o que realmente acontece quando o ônibus passa, ele> decide ficar dentro do armário.
Nesse momento o marido, super ciumento, volta do trabalho.
Assim que ele entra em casa, vê a caixa de ferramentas, os tocos de cigarro, o casaco do técnico, e fala para a mulher: __ Você está me traindo, tenho certeza!!! De quem é esse casaco? E esses cigarros? E esse armário novo? Tenho certeza de que ele está aí dentro!!!
Ele abre o armário e diz:> __ O que o senhor está fazendo aí? E o técnico responde:
__ Eu sei que o senhor não vai acreditar, mas estou esperando o ônibus...
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