8 de mai. de 2012

Tríplex - Nova York


Tríplex reverencia alma urbana de NY



A fachada de tijolos vermelhos revela os mais de 160 anos do prédio, mas é a cortina de vidro e aço que desvenda a alma urbana desta cobertura tríplex em Nova York. Mais do que uma propriedade de luxo, ela é uma moderna obra de arte que reverencia a metrópole americana.

O arquiteto Ulises Liceaga, diretor do escritório Fractal Construction, reformou o disputado ponto do Gramercy Park nos últimos três anos para viver com a mulher e os cinco filhos pequenos. O objetivo era fazer do prédio um espaço apenas para duas famílias, com uma casa sobre a outra, com tamanhos e valores idênticos. Enquanto o cunhado, que mora na parte debaixo, optou por um estilo tradicional, Ulises investiu nos detalhes para abrir ao novo século o apartamento de 3 quartos, 2 terraços e 620 m² de área.

A argamassa que fechava a parte traseira foi demolida para dar lugar ao vidro que emoldura os dois primeiros andares da cobertura com intensa luz natural – à noite, os pequenos diodos embutidos na vidraça formam pontos dourados, bem próximos de uma constelação particular, para iluminar o apartamento. A sala de estar, a de jantar e a cozinha são integradas, destacando luminárias, obras de arte e peças de design no primeiro nível.


O sofá de couro circular, o tapete multicolorido, as esculturas de Emilio Garcia que escalam as paredes até o segundo patamar insinuam uma nova direção da geometria fractal – as formas se subdividem em uma narrativa sensual e um tanto lúdica dentro do espaço. Uns passos adiante, e a mesa Trotzdem, design de Ingo Maurer (responsável também pelas luminárias do tríplex), reina absoluta na sala de jantar que recebe dez pessoas durante as refeições– se bem que o terraço com piso de vidro que se descortina atrás da sala parece ser ideal para um café da manhã preguiçoso aos fins de semana.

Para ninguém perder de vista os filhos pequenos, a área familiar foi projetada ao lado do escritório, no mezanino aberto para a sala. Os quartos das crianças também ficam nesse andar, um do lado do outro, para facilitar o dia a dia da família. Já a suíte do casal fica no último patamar, com um banheiro espaçoso e um jardim privado no terraço, que tem um deque de madeira e uma incrível vista da cidade. (INGRID TAVARES)













Fonte: www.clippingimoveis.com.br

25 de abr. de 2012

Flagra da ave devorando peixe


Fotógrafo flagra ave devorando peixe enorme em parque na Flórida

Cena foi registrada no Parque Nacional de Everglades.
'Pensamos que ela [ave] ia se sufocar', disse fotógrafo.

Uma biguatinga (Anhinga anhinga) foi fotografada devorando um peixe enorme no Parque Nacional de Everglades, no estado da Flórida, nos EUA. O fotógrafo Javier Parrilla Perez, de 37 anos, estava com a mulher quando registrou a cena impressionante.

"A ave parecia se esforçar para engolir o peixe. Em um determinado momento, nós pensamos que ela ia se sufocar. Mas, depois de alguns minutos, finalmente engoliu. Foi uma cena inesquecível", disse Perez.


Biguatinga foi fotografada devorando um peixe enorme no Parque Nacional de Everglades. (Foto: Javier Parrilla Perez/Caters)

Fonte: www.g1.com.br

18 de abr. de 2012

Casa resistente a desastres naturais


Uma casa dobrável e resistente a desastres naturais

Em tempos de aquecimento global, uma casa ecológica americana traz soluções para alguns dos problemas trazidos por ele, como calor excessivo e ventos fortes. Desenhada para abrigar pessoas de áreas devastadas por inundações, o exemplar desenvolvido pela Bike Arc é desmontável e pode ser erguido com muita rapidez. Sua estrutura é modular, feita de tubos de aço dobrados. Segundo os idealizadores da invenção, ela pode também funcionar como uma extensão da casa, no jardim.

Desenhada para suportar ventos fortes e clima tropical, casa ecológica tem telhado que pode abrigar placas de geração de energia solar (Foto: divulgação)

A casa, que, aberta, mede 45 metros quadrados, foi desenhada para suportar ventos fortes e o clima tropical. E seu telhado, projetado para abrigar placas de geração de energia solar. Dobrada, a residência vira uma caixinha que mede 1,22m x 3,05m x 0,9m. Os idealizadores acreditam que ela possa ajudar em locais como o Haiti e Nova Orleans, ambos devastados por desastres naturais: um terremoto e um furacão, respectivamente. “Nós a desenhamos para ser uma casa desmontável, que possa ser montada tão rápido quanto móveis pré-fabricados”, diz o arquiteto Joseph Bellomo, que projetou o produto.

O primeiro exemplar da casa da Bike Arc foi instalado no Havaí, em 2010. As janelas são amplas, favorecendo a iluminação natural e a visão da paisagem. O desenho modular permite que o ar corra dentro da pequena casa para resfriar o ambiente, e a estrutura é feita com treliças, que limitam a infiltração do calor. A leveza é outra característica da peça: ela pesa apenas 1,3 tonelada.

Fonte: http://www.zap.com.br/revista/imoveis/

14 de abr. de 2012

STREET ART ( ARTE DE RUA)


STREET ART ( ARTE DE RUA)

A forma de Arte que dispensa galerias, museus e prestigio. A Arte marginal, criativa e surpreendente. Do movimento underground a exemplo de sustentabilidade espacial. A Street Art. (Arte de Rua)
425641_10150630566412700_310375597699_9016524_357864703_n.jpg

Arte de rua não precisa de tempo, espaço, movimento cultural nem tão pouco de reconhecimento para acontecer, ela só precisa da rua. E assim ela acontece, nos lugares menos esperados, nos guetos, nos lixões, debaixo de pontes, em paredes estragadas e em lugares abandonados.


Acontece e prova que a conspeção de arte é atemporal e social. E que ela à arte sobrevive por si só. Entretanto a Street Art, tem uma pegada mais despretensiosa, seu foco principal é falta de um foco, seu elemento é o dia-a-dia e a ironia e criatividade existente em cada um de nós, com este olhar ela retrata com bom humor o contexto social, politico, ambiental e surreal de nossa "insana" sociedade. Mostrando uma nova estampa, para lugares comuns e por vezes marginalizados pelo contexto urbano existente.

A expressão Arte Urbana surge inicialmente associada aos pré-urbanistas culturalistas como John Ruskin ou William Morris e posteriormente ao urbanismo culturalista de Camillo Sitte e Ebenezer Howard (designação "culturalista" tem o cunho de Françoise Choay). O termo era usado (em sentido lato) para identificar o "refinamento" de determinados traços executados pelos urbanistas ao "desenharem" a cidade.
396159_10150537165702700_310375597699_8744865_479058626_n.jpg

street_art_alice_pasquini_21.jpg

street_art_march_2012_1.jpg

398695_10150541475807700_310375597699_8758160_702073672_n.jpg

402670_10150626637387700_310375597699_9000951_1462313626_n.jpg

403684_10150547183952700_310375597699_8777571_1361776923_n.jpg

409358_10150558838522700_310375597699_8808661_2016069590_n.jpg

430204_10150642258127700_310375597699_9046238_1723308325_n.jpg

425394_397347820282545_100000219925474_1761960_173185778_n.jpg
street_art_alice_pasquini_9.jpg

street_art_alice_pasquini_33.jpg

street_art_alice_pasquini_17.jpg

Fontes/ Imagens: www.streetartutopia.com | http://obviusmag.org