27 de jun. de 2012

VERTER



VERTER

por Hermann Vherner - Obvious  

Fazer correr, entornar ou derramar.



Mesmo aqueles que tem muita água em si nem sempre fluem serenamente. É assim também com aqueles que são náiades, que num ímpeto de inquietação, se fazem tormenta na alma. Já cansadas do sensaborio do hábito, tomam um grande gole de coragem e se permitem levar pelas correntezas do inesperado. Buscando ir de vento em popa, com o espírito livre, dão o primeiro passo de sua jornada deixando o tempo lhe fluir desapegado. E com a alma livre, sem rumo certo ou sem hora para chegar, lançam-se a deriva na vida com sede de realizar. Desaguando onde seus sonhos mais aspiraram um dia...


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26 de jun. de 2012

O homem comum...


"O homem comum se adapta ao mundo. O homem fora do comum persiste em fazer o mundo adaptar-se a ele. Portanto, o sucesso depende de homens fora do comum."


George Bernard Shaw
Escritor, jornalista e dramaturgo irlandês, 1856-1950

25 de jun. de 2012

A MONTANHA DA VIDA


A vida pode ser comparada à conquista de uma montanha. Como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.

Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado. Quanto mais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos.

No momento da escalada, o início parece ser fácil. Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho.
Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir. O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.

À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso. As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu. Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas...

É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados são do tamanho daquelas casinhas.

Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo. Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.

É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar. Podemos estar machucados, feridos ao ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar. O amigo vem e nos cura os ferimentos.

Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.

Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia.

Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar. O que nos salva é o equipamento certo para este momento.

Depois vêm as tempestades de neve, os ventos gélidos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.

Se escorregamos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo. Se caímos num buraco de falsidade de alguém que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.

Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.

Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha.

* * *

Para os alpinistas, os mais altos picos são os que mais os atraem. Eles desejam alcançar o topo e se esmeram.

Preparam-se durante meses. Selecionam equipe, material e depois se dispõem para a grande conquista.

Um desses arrojados alpinistas, Waldemar Nicliewicz, o brasileiro que conquistou o Everest, disse: Quem de nós não quer chegar ao alto de sua própria montanha?

Todos nós temos um desejo, um sonho, um objetivo, um verdadeiro Everest. E este Everest não tem 8.848 metros de altitude, nem está entre a China e o Nepal. Este Everest está dentro de nós.

É preciso ir em busca deste Everest, de nossa mais profunda realização.

Autor:
Redação do Momento Espírita, baseado em texto de Valdemar Nicliewicz, colhido da Internet. Disponível no CD Momento Espírita, v. 6, ed. Fep.

* Extraído do site: www.reflexao.com.br

7 de jun. de 2012

Enquanto isso....

... no metrô de Seul. 



Fonte: Facebook - perfil: Criação Criativos

Sucatas de aviões = mobiliário elegante

Sucatas de aviões são transformadas em mobiliário elegante

Muitas das peças exigem muitas horas de trabalho para ficarem prontas

Partes de aviões desativados destinadas ao ferro velho recebem um novo sopro de vida e renascem em mesas, cadeiras e camas em estilo vintage, no projeto da empresa californiana Motoart. Como demonstra reportagem do site do jornal britânico Daily Mail, Mail Online, a companhia gasta horas para transformar asas, portas e coberturas de motor em mobiliário elegante.

Do corte até o polimento para o acabamento final, muitas das peças demandam mais de 100 horas de trabalho até estarem prontas para serem comercializadas. Alguns assentos ainda vêm com o pino ejetor original e os avisos 'remover antes de voo'. Os preços podem variar entre cerca de R$ 164 para um relógio mais simples até mais de R$ 120 mil para uma mesa de reunião feita a partir de uma das asas do avião. 

Em entrevista ao Mail Online, o co-proprietário da Motoart, Dave Hall, que trabalha próximo ao Aeroporto Internacional de Los Angeles, disse que as camas, algumas feitas a partir da cauda e das barbatanas de aeronaves DC-9, são muito populares entre o público masculino. “Elas custam entre £ 10 mil (cerca de R$ 32 mil) e £ 20 mil (aproximadamente R$ 62 mil), mas todos os nossos preços refletem a raridade do modelo do avião. Só temos 12 exemplares com o ejetor, por isso eles custam £ 8 mil (R$ 25 mil) cada.”


Entre os clientes da empresa, estão celebridades, magnatas no Oriente Médio e grandes empresas como a Microsoft e a Boeing. Reaproveitadas antes de se tornar perigosos passivos ambientais, as peças são ainda ecologicamente corretas, como ressaltou o sócio da Motoart. Criada em 2001, a empresa agora conta com 17 funcionários e tem um giro de negócios de cerca de £ 26 milhões por ano (mais de R$ 81 milhões). 

Como contou ao Mail Online, junto com o amigo Donovan Fell, Dave Hall teve a ideia de criar a Motoart depois de vender um conjunto de hélices que antes eram sucatas e se tornaram obras de arte, na década de 1990. “Donovan tinha suas dúvidas no início, mas as hélices limpas e transformadas foram vendidas por um valor alto. Então descobrimos que estávamos no caminho certo. As peças de sucata compõem a história de aeronaves antigas. A engenharia com a qual foram feitas é incrível e nós só melhoramos. Por que você não iria querer possuir um pedaço desta história?”, completou.









Fonte: http://www.clippingimoveis.com.br/

6 de jun. de 2012

Futmesa

Foto do dia: Os Chicos, Anysio e Buarque, jogam futebol de botão com arbitragem de Vinicius de Moraes (1970).





Extraído do facebook - perfil: bistrocultural

30 de mai. de 2012

Árvore misteriosa

Uma das mais misteriosas árvores que existem, a árvore Sangue de Dragão é nativa do arquipélago de Socotra no oceano Índico e produz uma resina vermelha que é utilizada em corantes, batons, anti-sépticos bucal além de magia ritual e alquimia.



O CLIENTE


8 de mai. de 2012

Tríplex - Nova York


Tríplex reverencia alma urbana de NY



A fachada de tijolos vermelhos revela os mais de 160 anos do prédio, mas é a cortina de vidro e aço que desvenda a alma urbana desta cobertura tríplex em Nova York. Mais do que uma propriedade de luxo, ela é uma moderna obra de arte que reverencia a metrópole americana.

O arquiteto Ulises Liceaga, diretor do escritório Fractal Construction, reformou o disputado ponto do Gramercy Park nos últimos três anos para viver com a mulher e os cinco filhos pequenos. O objetivo era fazer do prédio um espaço apenas para duas famílias, com uma casa sobre a outra, com tamanhos e valores idênticos. Enquanto o cunhado, que mora na parte debaixo, optou por um estilo tradicional, Ulises investiu nos detalhes para abrir ao novo século o apartamento de 3 quartos, 2 terraços e 620 m² de área.

A argamassa que fechava a parte traseira foi demolida para dar lugar ao vidro que emoldura os dois primeiros andares da cobertura com intensa luz natural – à noite, os pequenos diodos embutidos na vidraça formam pontos dourados, bem próximos de uma constelação particular, para iluminar o apartamento. A sala de estar, a de jantar e a cozinha são integradas, destacando luminárias, obras de arte e peças de design no primeiro nível.


O sofá de couro circular, o tapete multicolorido, as esculturas de Emilio Garcia que escalam as paredes até o segundo patamar insinuam uma nova direção da geometria fractal – as formas se subdividem em uma narrativa sensual e um tanto lúdica dentro do espaço. Uns passos adiante, e a mesa Trotzdem, design de Ingo Maurer (responsável também pelas luminárias do tríplex), reina absoluta na sala de jantar que recebe dez pessoas durante as refeições– se bem que o terraço com piso de vidro que se descortina atrás da sala parece ser ideal para um café da manhã preguiçoso aos fins de semana.

Para ninguém perder de vista os filhos pequenos, a área familiar foi projetada ao lado do escritório, no mezanino aberto para a sala. Os quartos das crianças também ficam nesse andar, um do lado do outro, para facilitar o dia a dia da família. Já a suíte do casal fica no último patamar, com um banheiro espaçoso e um jardim privado no terraço, que tem um deque de madeira e uma incrível vista da cidade. (INGRID TAVARES)













Fonte: www.clippingimoveis.com.br