
23 de fev. de 2010
12 de dez. de 2009
O Galagrama
Sou casado há mais 3 anos e nada de minha mulher engravidar. Ela sempre comentava que iria fazer uns exames e tal. Sempre nos exames dela dava uns tais de policistos, etc... Fez tratamentos, exames, tratamentos, um atrás do outro... e nada!... os mesmos policistos. Aí, certa vez vem a notícia dela: A Médica pediu para você fazer um exame: Um Espermograma.
Fiquei dias pensando como seria esse exame de espermograma – que gentilmente o batizei de Galagrama, como seria o processo? o que dizer na hora da recepção? etc. Enfim, decidimos ir. Aliás, decidimos não. Ela decidiu marcar o dia. Chegou o dia. Fomos lá na clínica. Deveria ter umas 20 pessoas na espera que é exatamente em frente das recepcionistas ou seja, todo mundo escuta tudo, menos a TV que tinha lá. Eram olhares de um lado pro outro... cada um querendo saber o que o vizinho tinha de “doença”. Isso era mulher, homem, senhoras, meninos, meninas, enfim... e ninguém olhava a porra da TV. Daqui a pouco sai o nº da minha senha. Pronto, chegou minha vez. Me levanto.... e lógico, quatrocentos olhos em cima de mim, aliás, de todos que se levantavam, mas novamente noto que ninguém olha pra TV... só olha pro paciente que ali está.
Entrego minha requisição à recepcionista. Ela lê lá que é ESPERMOGRAMA, mas mesmo assim pergunta num tom um pouco acima: ESPERMOGRAMA? Adivinha... todos olham, lógico! Aí que ela diz: só 1 minuto. Aí eu olho pra TV pra ver se alguém se empolga .. que nada!
Lá vem a recepcionista com um formulário cheio de perguntas. Ao invés dela me entregar e eu preencher, não. Preferiu ficar perguntando: Tem Filhos ? É a primeira vez que faz um espermograma ? está em abstinência há mais de 3 dias ?.. e por aí vai. Imagine. Pronto. Terminei a primeira etapa. Ela diz: aguarde lhe chamar.
Volto para o lado de minha mulher. Ela com as bochechas inchadas e vermelhas querendo explodir de rir com a situação. Aí, pra relaxar eu comecei e perturbá-la dizendo a ela que a recepcionista havia dito que haviam umas assistentes e que elas viriam me buscar pra fazer o “processo”. Fiquei dizendo que seriam duas mulheres, gostosíssimas, uma loira e uma morena e que eu iria entrar com elas e iria passar umas duas horas lá dentro. Nisso, acaba o programa de Ana Maria Braga e começa outro pior ainda. Aí eu tive certeza que ninguém iria mais olhar a TV mesmo. E aí, mesma situação. Pessoas são chamadas, outras saem da “portinha” com uns exames, outras entram. E eu dizendo que as mulheres estavam perto de vir me buscar. Pois num é que aparece uma loiraça na porta e chama: “FULANO DE TAL”.... Não era eu. E continua o processo, uns vem chamar, pessoas entram, saem, aquela rotina. E lógico, todos olhando pra todos.
Daqui a pouco aparece um negão – quase 2 metros de altura e chama: - “Pedro Henrique”. Eu mesmo. Puuuutz. A risada, inevitável. Lá vou eu com os meus papéis. Entrego a ele, ele pede para que eu acompanhe. Entra no corredor e chegamos a uma porta onde tem uma placa “NÃO ENTRE SEM PERMISSÃO”. Nisso, algumas imagens passam ao meu redor : uma médica passando com uns papéis, uma mulher mancando, uma criança indo tirar sangue, etc. O cara abre a porta pra mim e me mostra o cenário: Uma cadeira pequena, algumas revistas viradas e na frente da cadeira uma TV passando algumas imagens e vídeos... cada imagem mais fuleira que a outra. As revistas antigas, uma internacional, etc. Nesse “espaço” tem também um sanitário, uma pia, um rolo de papel toalha, papel higiênico, etc. Sim, entro com dois recipientes: um para colocar o “motivo do exame” e o outro é um sabonete líquido para eu usar quando terminar o serviço.
Pois bem, lá estou eu tentando me familiarizar com o ambiente, começando a folhear as revistas como quem não quer nada, mas a acústica da sala é péssima – fico pensando que o povo de fora fica escutando o folhear da revista – fico pensando não. Tenho certeza! Nisso vou tentando me distrair e “prestar atenção no serviço”, mas os ruídos externos são péssimos para a concentração. Fico meio impaciente. Olho uma revista, outra, tudo isso muito rapidamente, olho para o relógio, etc. E nada do “doidinho” dá sinal de vida. O que fazer ? bem, respiiiiiiiiiiiiiiro... começo tudo de novo, olho a TV com as imagens.. o vídeo (sem som, lógico). Folheio novamente as revistas, etc, etc, etc. ....OPS!.... sinal de fumaça! E aí eu começo meu processo – ufa vou terminar logo isso, penso logo. E lá estou eu todo animado. Quando tô quase lá, vem um grito e um choro de fora: aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii.... buááááááááááááá....: era uma criança que acabava de levar uma injeção. Puuuuuuuuuuuuuuuutzzzz. O “doidinho”, logicamente, tenta se esconder, né.... começo uma negociação com ele, conversa vai, conversa vem, mas ele insiste em “sinalizar” que aquela situação ali é totalmente desfavorável. Tenho que concordar com ele, mas sigo em frente pra terminar o serviço. Enfim, lá vamos nós. Mas não podia ser diferente. Com todo aquele “clima” saem apenas uns míseros 10 pinguinhos – que rapidamente encosto o recipiente para “prendê-los” ali.
Me arrumo todo, uso o sabonete líquido que o negão havia me dado. Tudo como manda o figurino. Preparo minha cara de pau para sair da sala. Pense num constrangimento. Quando eu abro a sala ta lá o Negão me esperando e solta: PRONTO ???. Eu não sabia onde me enterrar. Lá vou eu com o recipiente – transparente, com os vergonhosos pinguinhos dentro dele. Eu pego um dos papéis que tenho que entregar à recepcionista e o enrolo pra poder sair. Na saída, o trajeto é o mesmo da ida: contorna a mesa das atendentes, passa em frente aos “telespectadores”, e entrega o papel, o recipiente, a atendente. Aí ela também pergunta: PRONTO??. Não sei o porque dessas perguntas, já que eu já estou devolvendo tudo ali, né!.
Pronto, agora é ir buscar o resultado e levar para a Médica da minha esposa quando ela retornar a ela.
Pego o resultado, abro com curiosidade, apesar de não entender nada. São números e mais números e fecho de novo. Ficarei aguardando minha esposa marcar com a Médica dela para levar o bendito exame.
Chega o dia. Fomos lá na Médica, ela abre começa a “leitura” dos números e dando um “tics” em cada um.
No final há um parecer: QUANTIDADE DE SECREÇÃO APRESENTADA NO EXAME NÃO POSSIBILITA MAIORES DIAGNÓSTICOS. A Médica com a cara de quem não sabe nada me diz: VAI TER QUE REPETIR O EXAME.
Pergunte se eu fiz!.
Maaaaaaaaaaaaais nunca.
Fiquei dias pensando como seria esse exame de espermograma – que gentilmente o batizei de Galagrama, como seria o processo? o que dizer na hora da recepção? etc. Enfim, decidimos ir. Aliás, decidimos não. Ela decidiu marcar o dia. Chegou o dia. Fomos lá na clínica. Deveria ter umas 20 pessoas na espera que é exatamente em frente das recepcionistas ou seja, todo mundo escuta tudo, menos a TV que tinha lá. Eram olhares de um lado pro outro... cada um querendo saber o que o vizinho tinha de “doença”. Isso era mulher, homem, senhoras, meninos, meninas, enfim... e ninguém olhava a porra da TV. Daqui a pouco sai o nº da minha senha. Pronto, chegou minha vez. Me levanto.... e lógico, quatrocentos olhos em cima de mim, aliás, de todos que se levantavam, mas novamente noto que ninguém olha pra TV... só olha pro paciente que ali está.
Entrego minha requisição à recepcionista. Ela lê lá que é ESPERMOGRAMA, mas mesmo assim pergunta num tom um pouco acima: ESPERMOGRAMA? Adivinha... todos olham, lógico! Aí que ela diz: só 1 minuto. Aí eu olho pra TV pra ver se alguém se empolga .. que nada!
Lá vem a recepcionista com um formulário cheio de perguntas. Ao invés dela me entregar e eu preencher, não. Preferiu ficar perguntando: Tem Filhos ? É a primeira vez que faz um espermograma ? está em abstinência há mais de 3 dias ?.. e por aí vai. Imagine. Pronto. Terminei a primeira etapa. Ela diz: aguarde lhe chamar.
Volto para o lado de minha mulher. Ela com as bochechas inchadas e vermelhas querendo explodir de rir com a situação. Aí, pra relaxar eu comecei e perturbá-la dizendo a ela que a recepcionista havia dito que haviam umas assistentes e que elas viriam me buscar pra fazer o “processo”. Fiquei dizendo que seriam duas mulheres, gostosíssimas, uma loira e uma morena e que eu iria entrar com elas e iria passar umas duas horas lá dentro. Nisso, acaba o programa de Ana Maria Braga e começa outro pior ainda. Aí eu tive certeza que ninguém iria mais olhar a TV mesmo. E aí, mesma situação. Pessoas são chamadas, outras saem da “portinha” com uns exames, outras entram. E eu dizendo que as mulheres estavam perto de vir me buscar. Pois num é que aparece uma loiraça na porta e chama: “FULANO DE TAL”.... Não era eu. E continua o processo, uns vem chamar, pessoas entram, saem, aquela rotina. E lógico, todos olhando pra todos.
Daqui a pouco aparece um negão – quase 2 metros de altura e chama: - “Pedro Henrique”. Eu mesmo. Puuuutz. A risada, inevitável. Lá vou eu com os meus papéis. Entrego a ele, ele pede para que eu acompanhe. Entra no corredor e chegamos a uma porta onde tem uma placa “NÃO ENTRE SEM PERMISSÃO”. Nisso, algumas imagens passam ao meu redor : uma médica passando com uns papéis, uma mulher mancando, uma criança indo tirar sangue, etc. O cara abre a porta pra mim e me mostra o cenário: Uma cadeira pequena, algumas revistas viradas e na frente da cadeira uma TV passando algumas imagens e vídeos... cada imagem mais fuleira que a outra. As revistas antigas, uma internacional, etc. Nesse “espaço” tem também um sanitário, uma pia, um rolo de papel toalha, papel higiênico, etc. Sim, entro com dois recipientes: um para colocar o “motivo do exame” e o outro é um sabonete líquido para eu usar quando terminar o serviço.
Pois bem, lá estou eu tentando me familiarizar com o ambiente, começando a folhear as revistas como quem não quer nada, mas a acústica da sala é péssima – fico pensando que o povo de fora fica escutando o folhear da revista – fico pensando não. Tenho certeza! Nisso vou tentando me distrair e “prestar atenção no serviço”, mas os ruídos externos são péssimos para a concentração. Fico meio impaciente. Olho uma revista, outra, tudo isso muito rapidamente, olho para o relógio, etc. E nada do “doidinho” dá sinal de vida. O que fazer ? bem, respiiiiiiiiiiiiiiro... começo tudo de novo, olho a TV com as imagens.. o vídeo (sem som, lógico). Folheio novamente as revistas, etc, etc, etc. ....OPS!.... sinal de fumaça! E aí eu começo meu processo – ufa vou terminar logo isso, penso logo. E lá estou eu todo animado. Quando tô quase lá, vem um grito e um choro de fora: aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii.... buááááááááááááá....: era uma criança que acabava de levar uma injeção. Puuuuuuuuuuuuuuuutzzzz. O “doidinho”, logicamente, tenta se esconder, né.... começo uma negociação com ele, conversa vai, conversa vem, mas ele insiste em “sinalizar” que aquela situação ali é totalmente desfavorável. Tenho que concordar com ele, mas sigo em frente pra terminar o serviço. Enfim, lá vamos nós. Mas não podia ser diferente. Com todo aquele “clima” saem apenas uns míseros 10 pinguinhos – que rapidamente encosto o recipiente para “prendê-los” ali.
Me arrumo todo, uso o sabonete líquido que o negão havia me dado. Tudo como manda o figurino. Preparo minha cara de pau para sair da sala. Pense num constrangimento. Quando eu abro a sala ta lá o Negão me esperando e solta: PRONTO ???. Eu não sabia onde me enterrar. Lá vou eu com o recipiente – transparente, com os vergonhosos pinguinhos dentro dele. Eu pego um dos papéis que tenho que entregar à recepcionista e o enrolo pra poder sair. Na saída, o trajeto é o mesmo da ida: contorna a mesa das atendentes, passa em frente aos “telespectadores”, e entrega o papel, o recipiente, a atendente. Aí ela também pergunta: PRONTO??. Não sei o porque dessas perguntas, já que eu já estou devolvendo tudo ali, né!.
Pronto, agora é ir buscar o resultado e levar para a Médica da minha esposa quando ela retornar a ela.
Pego o resultado, abro com curiosidade, apesar de não entender nada. São números e mais números e fecho de novo. Ficarei aguardando minha esposa marcar com a Médica dela para levar o bendito exame.
Chega o dia. Fomos lá na Médica, ela abre começa a “leitura” dos números e dando um “tics” em cada um.
No final há um parecer: QUANTIDADE DE SECREÇÃO APRESENTADA NO EXAME NÃO POSSIBILITA MAIORES DIAGNÓSTICOS. A Médica com a cara de quem não sabe nada me diz: VAI TER QUE REPETIR O EXAME.
Pergunte se eu fiz!.
Maaaaaaaaaaaaais nunca.
20 de nov. de 2009
10 de nov. de 2009
7 de nov. de 2009
30 de out. de 2009
23 de out. de 2009
A velhinha e a farmácia

A velhinha, toda elétrica, entra na farmácia:
- Vocês têm analgésicos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm remédio contra reumatismo?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm camisinha lubrificada?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm Viagra?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm pomada anti-ruga?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm gel para hemorróidas?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm bicarbonato?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm antidepressivos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm soníferos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm remédio para a memória?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm fraldas para adultos?
- Temos sim senhoooooora!!!
Minha senhora isto aqui é uma far-má-cia, nós temos isso tudo.
Qual é seu problema?
- Bem é que vou casar com meu noivo que tem 85 anos, e eu vou fazer 80 no fim do mês.
Nós gostaríamos de saber, se podemos deixar nossa lista de casamento aqui com vocês.
18 de out. de 2009
12 de out. de 2009
10 de out. de 2009
25 Formas de Passar o Tempo no Elevador

1 - Quando houver só uma pessoa no elevador, dê um tapinha no ombro dela e finja que não foi você.
2 - Aperte os botões do elevador e finja que eles dão choque. Sorria e faça novo.
3 - Se ofereça para apertar os botões para os outros, mas aperte os botões errados.
4 - Segure a porta e diga que está esperando por um amigo. Depois de um tempo, deixe a porta fechar e diga: "Olá Zé. Como vai você?"
5 - Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pega-lá, então grite: "Ei, é minha!"
6 - Traga uma câmera e tire fotos de todos no elevador.
7 - Traga uma mesa para dentro do elevador e quando alguém entrar, pergunte se marcaram hora.
8 - Leve um Banco Imobiliário e pergunte para as pessoas se elas querem jogar.
9 - Deixe uma caixa no canto e quando alguém entrar pergunte se elas ouviram um tique-taque.
10 - Finja ser uma aeromoça e revise os procedimentos de emergência com os passageiros.
11 - Pergunte: "Você sentiu isso?"
12 - Fique bem perto de alguém, fungando em seu cangote de vez em quando.
13 - Quando a porta se fechar, fale: "Tudo bem. Não entrem em pânico. Ela abrirá novamente".
14 - Mate moscas que não existem.
15 - Diga às pessoas que você pode ver sua aura.
16 - Grite: "Abraço grupal", então force as pessoas a se juntarem.
17 - Faça caretas dolorosamente enquanto bate na sua testa e murmure: "Calem a boca, todos vocês, calem a boca!".
18 - Abra sua pasta ou bolsa e enquanto olha dentro dela pergunte: "Tem ar suficiente aí dentro?"
19 - Fique quieto e parado no canto do elevador, encarando a parede.
20 - Encare outro passageiro por um tempo, e grite com horror: "Você é um deles!" e recue devagar.
21 - Coloque uma marionete na mão e use-a para falar com os outros.
22 - Escute as paredes do elevador com seu estetoscópio.
23 - Faça barulhos de explosão quando alguém apertar um botão.
24 - Encare outro passageiro por um tempo e fale: "Estou usando meias novas".
25 - Desenhe um pequeno quadrado no chão com giz e diga para os outros: "Este é o meu espaço".
8 de out. de 2009
VACA PRETA E BRANCA

Um trilheiro pergunta para um caipira acompanhado de duas vacas, uma preta e uma branca:
— Essa sua vaca dá muito trabalho?
— Qual, a preta ou o branca?
— Ah, a preta.
— A preta dá muito trabalho.
— E a branca?
— Ah também.
— Essa vaca dá muito leite?
— Qual, a preta ou o branca?
— Ah, a preta.
— A preta dá muito leite.
— E a branca?
— Ah, também.
— Poxa, mas tudo que eu te pergunto você pergunta se é a preta ou o branca.
— É porque a preta é minha.
— E a branca?
— Também!
— Essa sua vaca dá muito trabalho?
— Qual, a preta ou o branca?
— Ah, a preta.
— A preta dá muito trabalho.
— E a branca?
— Ah também.
— Essa vaca dá muito leite?
— Qual, a preta ou o branca?
— Ah, a preta.
— A preta dá muito leite.
— E a branca?
— Ah, também.
— Poxa, mas tudo que eu te pergunto você pergunta se é a preta ou o branca.
— É porque a preta é minha.
— E a branca?
— Também!
4 de out. de 2009
Das Vantagens de Ser Bobo - Clarice Lispector

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo.
O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas.
Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando.
"Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.
O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.
Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro.
Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.
Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"
Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!
Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida.Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.
Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!
Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
27 de set. de 2009
RAPIDINHAS
Pensamento do Dia:
Às vezes você chora e ninguém vê as suas lágrimas...
Às vezes você se entristece e ninguém percebe o seu abatimento...
Às vezes você sorri e ninguém repara na beleza do seu sorriso...
Agora...PEIDA pra ver!
______ _________ _________ _______
LÓGICA
O garoto apanhou da vizinha, e a mãe furiosa foi tomar satisfação:
- Por que a senhora bateu no meu filho?
- Ele foi mal-educado, e me chamou de gorda.
- E a senhora acha que vai emagrecer batendo nele?
________ _________ _________ _____
NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome ?
- Abu Abdalah Sarafi.- Sexo ?-
... Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher ?
- Homem, mulher.... algumas vezes camelo...
_______ _________ _________ _____
DIVISÃO DE BENS
Dois amigos se encontram depois de muito anos.
- Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens.
- E as crianças?
- O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu.
- Então ficaram com a mãe?
- Não, ficaram com nosso advogado.
______ _________ _________ _____
CAIPIRÃO
O representante do censo pergunta ao caipira:
- Quantos filhos o senhor tem ?
- Bão... as minina são seis... os minino são quatro...
- Então sua prole é grande?
- Grande até que não, mas tá sempre dura...
______ _________ _________ _____
BODAS
Dois amigos conversam sobre as maravilhas do Oriente..
Um deles diz:
- Quando completei 25 anos de casado, levei minha mulher ao Japão.
- Não diga? E o que pensa fazer quando completarem 50 ?
- Volto lá para buscá-la...
______ _________ _________ _____
EMERGÊNCIA
Um eletricista vai até a UTI de um hospital, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos e diz-lhes:
- Respirem fundo: vou mudar o fusível.
Às vezes você chora e ninguém vê as suas lágrimas...
Às vezes você se entristece e ninguém percebe o seu abatimento...
Às vezes você sorri e ninguém repara na beleza do seu sorriso...
Agora...PEIDA pra ver!
______ _________ _________ _______
LÓGICA
O garoto apanhou da vizinha, e a mãe furiosa foi tomar satisfação:
- Por que a senhora bateu no meu filho?
- Ele foi mal-educado, e me chamou de gorda.
- E a senhora acha que vai emagrecer batendo nele?
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NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome ?
- Abu Abdalah Sarafi.- Sexo ?-
... Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher ?
- Homem, mulher.... algumas vezes camelo...
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DIVISÃO DE BENS
Dois amigos se encontram depois de muito anos.
- Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens.
- E as crianças?
- O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu.
- Então ficaram com a mãe?
- Não, ficaram com nosso advogado.
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CAIPIRÃO
O representante do censo pergunta ao caipira:
- Quantos filhos o senhor tem ?
- Bão... as minina são seis... os minino são quatro...
- Então sua prole é grande?
- Grande até que não, mas tá sempre dura...
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BODAS
Dois amigos conversam sobre as maravilhas do Oriente..
Um deles diz:
- Quando completei 25 anos de casado, levei minha mulher ao Japão.
- Não diga? E o que pensa fazer quando completarem 50 ?
- Volto lá para buscá-la...
______ _________ _________ _____
EMERGÊNCIA
Um eletricista vai até a UTI de um hospital, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos e diz-lhes:
- Respirem fundo: vou mudar o fusível.
23 de set. de 2009
O Bêbado
O Bêbado foi a uma festa de despedida de solteiro de um amigo em uma chácara perto da casa dele.
A galera toda lá. Muita cerveja, uísque, vinho. A noite prometia. Muitas gatinhas. Galera animada. Saiu de lá nem sabe que horas.
Travado!
Indo pela rodovia, avistei algo que se tornou o terror dos festeiros... Uma blitz!!!
Começou a rezar para tudo quanto era santo. Mas... foi sorteado. Quando parei, quase atropelei o guarda. Tava ruim. O guarda pediu para eu descer do carro.
Quase não conseguiu. Aí o pesadelo aumentou. Ouviu o que qualquer bêbado teme:
- Vamos fazer o teste do bafômetro ! Tá frito! Pensou. Quando, ao que parece, os santos resolveram me atender. Um caminhão bate na outra pista e espalha toda a sua carga...
Os guardas imediatamente dizem ao bêbado:
- Vá embora, vamos socorrer aquele acidente!!!
Ele, mais que depressa (ou pelo menos tentando), entrou no carro e foi embora.
Feliz da vida. Hoje é meu dia de sorte, pensou. Chegou em casa, guardou o carro e, após agradecer aos santos pelo meu dia de sorte, foi dormir. Tava feliz. No outro dia, a mãe do bêbado o acorda as 7 da manhã e pergunta a ele: - Filho, de quem é aquela viatura da polícia estacionada dentro da nossa garagem?

22 de set. de 2009
Esperando o Ônibus...
A mulher compra um armário na Tok Stock e decide montá-lo para fazer uma surpresa ao marido. Ela segue bem as instruções e, em meia hora, termina.
Mas na rua passa um ônibus. O chão vibra, o armário treme, treme, e bruumm, e se espatifa no chão.
A mulher não desiste.. Remonta o armário, segue todas as etapas, uma por uma, até acrescenta uma pontinha de Super-Bonder aqui e ali.
Pronto. Terminado. Mas logo passa o ônibus, de novo o chão treme, o armário> balança, cai e se esfacela.
Ela não agüenta e chama o serviço de pós-venda da Tok Stock.
Um técnico chega no apartamento, olha tudo e diz: - Deixa comigo, dona, que eu monto este armário em 15 minutos.
Em 15 minutos o armário está perfeito.... Mas logo um ônibus passa, o chão vibra, o armário treme, treme, e se espatifa em mil pedaços.
__ Ah, não acredito nisso - diz o técnico. Ele reinicia a montagem, com uma cola super forte, parafusos adicionais, uns pregos aqui e ali.... Pronto, terminado. Mas basta o ônibus passar mais uma vez que o armário arrebenta outra vez.
O técnico fica bravo. Não se conforma. Telefona para o departamento técnico da loja, pega algumas dicas e remonta o armário, dessa vez com todos os reforços possíveis.
E, para descobrir o que realmente acontece quando o ônibus passa, ele> decide ficar dentro do armário.
Nesse momento o marido, super ciumento, volta do trabalho.
Assim que ele entra em casa, vê a caixa de ferramentas, os tocos de cigarro, o casaco do técnico, e fala para a mulher: __ Você está me traindo, tenho certeza!!! De quem é esse casaco? E esses cigarros? E esse armário novo? Tenho certeza de que ele está aí dentro!!!
Ele abre o armário e diz:> __ O que o senhor está fazendo aí? E o técnico responde:
__ Eu sei que o senhor não vai acreditar, mas estou esperando o ônibus...
Mas na rua passa um ônibus. O chão vibra, o armário treme, treme, e bruumm, e se espatifa no chão.
A mulher não desiste.. Remonta o armário, segue todas as etapas, uma por uma, até acrescenta uma pontinha de Super-Bonder aqui e ali.
Pronto. Terminado. Mas logo passa o ônibus, de novo o chão treme, o armário> balança, cai e se esfacela.
Ela não agüenta e chama o serviço de pós-venda da Tok Stock.
Um técnico chega no apartamento, olha tudo e diz: - Deixa comigo, dona, que eu monto este armário em 15 minutos.
Em 15 minutos o armário está perfeito.... Mas logo um ônibus passa, o chão vibra, o armário treme, treme, e se espatifa em mil pedaços.
__ Ah, não acredito nisso - diz o técnico. Ele reinicia a montagem, com uma cola super forte, parafusos adicionais, uns pregos aqui e ali.... Pronto, terminado. Mas basta o ônibus passar mais uma vez que o armário arrebenta outra vez.
O técnico fica bravo. Não se conforma. Telefona para o departamento técnico da loja, pega algumas dicas e remonta o armário, dessa vez com todos os reforços possíveis.
E, para descobrir o que realmente acontece quando o ônibus passa, ele> decide ficar dentro do armário.
Nesse momento o marido, super ciumento, volta do trabalho.
Assim que ele entra em casa, vê a caixa de ferramentas, os tocos de cigarro, o casaco do técnico, e fala para a mulher: __ Você está me traindo, tenho certeza!!! De quem é esse casaco? E esses cigarros? E esse armário novo? Tenho certeza de que ele está aí dentro!!!
Ele abre o armário e diz:> __ O que o senhor está fazendo aí? E o técnico responde:
__ Eu sei que o senhor não vai acreditar, mas estou esperando o ônibus...
30 de ago. de 2009
O VELHO E O PUNK
O velho senta-se num banco no ônibus de frente para um punk de cabelo comprido, com mechas verde, azul, rosa e vermelha. O velho fica olhando para o punk e o punk olhando para o velho.
O punk vai ficando invocado... até que então pergunta ao velho: Qual é vovô, nunca fez nada de diferente na porra da vida não?
O velho responde: Sim, eu fiz. Quando era jovem fiz sexo com uma arara - e estou aqui pensando... 'Será que esse filho da puta é meu filho???...
23 de ago. de 2009
O BANQUEIRO
O BANQUEIRO Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa em sua limousine quando viu dois homens à beira da estrada, comendo grama.Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles: - Porque vocês estão comendo grama? - Não temos dinheiro para comida. - disse o pobre homem - Por isso temos que comer grama.
- Bem, então venham a minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore. - Que venham também - disse novamente o banqueiro.
E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe: - Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse: - Mas, senhor, eu também tenho mulher e seis filhos comigo! - Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse: - O senhor é muito bom. Obrigado por levar todos nós.
O banqueiro respondeu: - Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazer isso! Vocês vão ficar encantados com a minha casa.... A grama está com mais de 20 centímetros de altura !
Moral da história: Quando você achar que um banqueiro (ou banco) está lhe ajudando, não se iluda!...
13 de ago. de 2009
O CASAMENTO
O Casamento
Por Luís Fernando Veríssimo
Minha esposa e eu temos o segredo pra fazer um casamento durar: duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa, uma boa bebida, e um bom companheirismo. Ela vai às terças-feiras, e eu às quintas.
Nós também dormimos em camas separadas. A dela é em Fortaleza e a minha em São Paulo .
Eu levo minha esposa a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta.
Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento.
‘Em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!’ ela disse. Então eu sugeri a cozinha.
Nós sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.
Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: ‘Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar’. Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Lembrem-se, o casamento é a causa número um para o divórcio. Estatisticamente, 100 % dos divórcios começam com o casamento.
Eu me casei com a ‘Sra. Certa’. Só não sabia que o primeiro nome dela era ‘Sempre’.
Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: ‘O que tem na TV?’ E eu disse ‘Poeira’.
No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem Mundo tiveram mais descanso.
‘Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes: o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim.
Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa. Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei.’ - Quando você terminar de cortar a grama,’ eu disse, ‘você pode também varrer a calçada.’ Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida’.'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido…’
Por Luís Fernando Veríssimo
Minha esposa e eu temos o segredo pra fazer um casamento durar: duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa, uma boa bebida, e um bom companheirismo. Ela vai às terças-feiras, e eu às quintas.
Nós também dormimos em camas separadas. A dela é em Fortaleza e a minha em São Paulo .
Eu levo minha esposa a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta.
Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento.
‘Em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!’ ela disse. Então eu sugeri a cozinha.
Nós sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.
Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: ‘Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar’. Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Lembrem-se, o casamento é a causa número um para o divórcio. Estatisticamente, 100 % dos divórcios começam com o casamento.
Eu me casei com a ‘Sra. Certa’. Só não sabia que o primeiro nome dela era ‘Sempre’.
Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: ‘O que tem na TV?’ E eu disse ‘Poeira’.
No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem Mundo tiveram mais descanso.
‘Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes: o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim.
Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa. Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei.’ - Quando você terminar de cortar a grama,’ eu disse, ‘você pode também varrer a calçada.’ Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida’.'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido…’
9 de ago. de 2009
UM DIA DE MERDA
Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. “Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo”. O avião só sairia às 16:30.
Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.
Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”
Por Luiz Fernando Veríssimo.
Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.
Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”
Por Luiz Fernando Veríssimo.
1 de ago. de 2009
Hino Brasileiro Informatizado
O vírus dos pilantras às mouses plácidas
De um pontocom um browser retumbante
E o UOL da liberdade em disco rígido
Brilhou no Excel da página nesse instante
Se open Word deu invalid
Conseguimos formatar no Macntoshi
Enter save, ó megabyte,
Desafio o nosso site a própria soft
Ó dábliu, dábliu, dábliu, dábliu
Cyber, cyber!
Brasil, um povo online, honrai os links,
De amor e de esperança download desce
E em teu formoso Excel risonho e Windows
A imagem do e-mail à tela address
Gigabyte pela própria Netscape
És belo, és forte até quando és moroso
E o teu cursor speedy essa tua senhaTecla adorada
Entre outras news, eu imprimi
Ó pasta amada,
Dos zip deste BOL Esc mãe Pentium
Fax modem, Brasil!
De um pontocom um browser retumbante
E o UOL da liberdade em disco rígido
Brilhou no Excel da página nesse instante
Se open Word deu invalid
Conseguimos formatar no Macntoshi
Enter save, ó megabyte,
Desafio o nosso site a própria soft
Ó dábliu, dábliu, dábliu, dábliu
Cyber, cyber!
Brasil, um povo online, honrai os links,
De amor e de esperança download desce
E em teu formoso Excel risonho e Windows
A imagem do e-mail à tela address
Gigabyte pela própria Netscape
És belo, és forte até quando és moroso
E o teu cursor speedy essa tua senhaTecla adorada
Entre outras news, eu imprimi
Ó pasta amada,
Dos zip deste BOL Esc mãe Pentium
Fax modem, Brasil!
29 de jul. de 2009
28 de jul. de 2009
27 de jul. de 2009
QUEM COMEU O CORONEL ??
DONO DE LANCHONETE É PRESO POR BATIZAR SANDUICHES COM PATENTES MILITARES
Para o dono de uma lanchonete de Penedo, a 170 km de Maceió (AL), tratava-se de uma estratégia de marketing.
Para o comandante da Polícia Militar na cidade, era uma ofensa à Corporação. E assim, por batizar os sanduíches da casa com patentes militares, Alberto Lira, 38 de idade, dono da lanchonete Mister Burg, acabou detido por ordem do comandante da PM local. Afinal, entendeu o militar, não ficaria bem alguém chegar na lanchonete e pedir: "quero um coronel mal passado". Ou sair de lá dizendo: "acabei de comer um sargento".
Na delegacia foi lavrado boletim de ocorrência e, face ao tumulto havido, a casa comercial fechou durante algumas horas. Como o delegado de plantão entendeu que não havia motivo para prisão, Lira foi liberado horas mais tarde. Os cardápios da lanchonete foram recolhidos para avaliação e a casa reaberta em seguida.
Aproveitando-se da inesperada repercussão, a lanchonete quer manter o cardápio que desagrada a PM. A casa oferece lanches como o "coronel" (que é o filé com presunto), o "comandante" (um prato com calabresa frita) e por aí vai.
A brincadeira foi demais para o parco humor dos militares, que dizem que os nomes dos pratos provocavam chacotas e insinuações contra os policiais entre os moradores da cidade de 60 mil habitantes. Lira, o dono da lanchonete, diz que não teve nem tem nenhuma intenção de brincar ou ofender a Corporação. O cardápio - garante o dono da lanchonete - pretendia ser uma homenagem à hierarquia militar. O prato mais caro era o "comandante".
O comerciante contratou o advogado Francisco Guerra para entrar com uma denúncia por abuso de autoridade contra o comandante local da PM e uma ação reparatória por dano moral contra o Estado de Alagoas. Nela vai salientar que não existe nenhum texto legal que impeça um restaurante de incluir, no seu cardápio, "lula à milanesa", "filé a cavalo" ou "coronel mal passado", etc.
O advogado já pediu habeas corpus preventivo para evitar outra detenção de seu cliente. A peça sustenta que "se o argumento do comandante fosse válido, nenhuma festa de criança poderia ter brigadeiro". Como se sabe, brigadeiro - além de ser a mais alta patente da Aeronáutica - é também o nome do docinho obrigatório em aniversário de crianças.
"Em Penedo, comer brigadeiro pode, mas comer coronel, está proibido" - ironizam os advogados da cidade.
Para o dono de uma lanchonete de Penedo, a 170 km de Maceió (AL), tratava-se de uma estratégia de marketing.
Para o comandante da Polícia Militar na cidade, era uma ofensa à Corporação. E assim, por batizar os sanduíches da casa com patentes militares, Alberto Lira, 38 de idade, dono da lanchonete Mister Burg, acabou detido por ordem do comandante da PM local. Afinal, entendeu o militar, não ficaria bem alguém chegar na lanchonete e pedir: "quero um coronel mal passado". Ou sair de lá dizendo: "acabei de comer um sargento".
Na delegacia foi lavrado boletim de ocorrência e, face ao tumulto havido, a casa comercial fechou durante algumas horas. Como o delegado de plantão entendeu que não havia motivo para prisão, Lira foi liberado horas mais tarde. Os cardápios da lanchonete foram recolhidos para avaliação e a casa reaberta em seguida.
Aproveitando-se da inesperada repercussão, a lanchonete quer manter o cardápio que desagrada a PM. A casa oferece lanches como o "coronel" (que é o filé com presunto), o "comandante" (um prato com calabresa frita) e por aí vai.
A brincadeira foi demais para o parco humor dos militares, que dizem que os nomes dos pratos provocavam chacotas e insinuações contra os policiais entre os moradores da cidade de 60 mil habitantes. Lira, o dono da lanchonete, diz que não teve nem tem nenhuma intenção de brincar ou ofender a Corporação. O cardápio - garante o dono da lanchonete - pretendia ser uma homenagem à hierarquia militar. O prato mais caro era o "comandante".
O comerciante contratou o advogado Francisco Guerra para entrar com uma denúncia por abuso de autoridade contra o comandante local da PM e uma ação reparatória por dano moral contra o Estado de Alagoas. Nela vai salientar que não existe nenhum texto legal que impeça um restaurante de incluir, no seu cardápio, "lula à milanesa", "filé a cavalo" ou "coronel mal passado", etc.
O advogado já pediu habeas corpus preventivo para evitar outra detenção de seu cliente. A peça sustenta que "se o argumento do comandante fosse válido, nenhuma festa de criança poderia ter brigadeiro". Como se sabe, brigadeiro - além de ser a mais alta patente da Aeronáutica - é também o nome do docinho obrigatório em aniversário de crianças.
"Em Penedo, comer brigadeiro pode, mas comer coronel, está proibido" - ironizam os advogados da cidade.
22 de jul. de 2009
10 mandamentos na Bahia
1 - Viva para descansar.
2 - Ame a sua cama, ela é o seu templo.
3 - Se vir alguém descansando, ajude-o.
4 - Descanse de dia para poder dormir à noite.
5 - O trabalho é sagrado, não toque nele.
6 - Nunca faça amanhã, o que você pode fazer depois de amanhã.
7 - Trabalhe o menos possível; o que tiver para ser feito, deixe que outra pessoa faça.
8 - Calma, nunca ninguém morreu por descansar, mas você pode se machucar trabalhando...
9 - Quando sentir desejo de trabalhar, sente-se e espere o desejo passar.
10 - Não se esqueça, trabalho é saúde. Deixe o seu para os doentes.
2 - Ame a sua cama, ela é o seu templo.
3 - Se vir alguém descansando, ajude-o.
4 - Descanse de dia para poder dormir à noite.
5 - O trabalho é sagrado, não toque nele.
6 - Nunca faça amanhã, o que você pode fazer depois de amanhã.
7 - Trabalhe o menos possível; o que tiver para ser feito, deixe que outra pessoa faça.
8 - Calma, nunca ninguém morreu por descansar, mas você pode se machucar trabalhando...
9 - Quando sentir desejo de trabalhar, sente-se e espere o desejo passar.
10 - Não se esqueça, trabalho é saúde. Deixe o seu para os doentes.
Provérbios Chinêses
* Se os seus filhos são preguiçosos, não merecem sua herança. Se eles são trabalhadores, não precisam dela. Então, use-a para lhe dar os prazeres merecidos da sua velhice. (Anônimo)
* Para conhecer um homem: veja como ele age, descubra o que ele busca, examine o que lhe faz feliz. (Confúcio)
* O tesouro mais bem guardado é aquele que está num lugar onde todos veem. (Le Yi-King)
* É preferível dizer cem vezes “não”, do que dizer um “sim” e não cumprir a palavra. (Anônimo)
* Quem não sabe sorrir, não deve abrir uma loja. (Anônimo)
* Quem pergunta é bobo por cinco minutos. Quem não pergunta é bobo para sempre. (Confúcio)
* Para conhecer um homem: veja como ele age, descubra o que ele busca, examine o que lhe faz feliz. (Confúcio)
* O tesouro mais bem guardado é aquele que está num lugar onde todos veem. (Le Yi-King)
* É preferível dizer cem vezes “não”, do que dizer um “sim” e não cumprir a palavra. (Anônimo)
* Quem não sabe sorrir, não deve abrir uma loja. (Anônimo)
* Quem pergunta é bobo por cinco minutos. Quem não pergunta é bobo para sempre. (Confúcio)
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