12 de nov. de 2011

Flagrante do Tubarão

Fotógrafo flagra tubarão abocanhando foca


David Yarrow, viajou de Glasgow, na Escócia, até Cape Town, na África do Sul, com o objetivo de registrar curiosidades acerca dos tubarões brancos. Após 27 horas de espera, o fotógrafo conseguiu registrar o exato momento em que um gigante da espécie perseguiu e abocanhou uma foca.

A foto foi divulgada no jornal The Telegraph desta sexta-feira (11/11).

(Fotos: Grosby Group)

Fonte: http://colunas.globorural.globo.com

Esculturas de Vaca

Peças de carro viram esculturas de vacas na Finlândia

A Cow Parade, maior exposição pública de arte do mundo – que apresenta vacas pintadas por artistas locais e ajuda instituições beneficentes com o leilão das esculturas – já está rolando n Rio de Janeiro e começa em Goiânia dia 24/11.

Mas, bem longe do Brasil, outra proposta de arte em homenagem às vacas foi criada pela artista finlandesa Miina Äkkijyrkkä. Ela usa peças reaproveitadas de carro, que virariam sucata sem uso, para criar suas obras.


A artista sempre teve interesse pelos animais. Estudou por muito tempo o tema e atua como protetora de uma raça nativa de vacas leiteiras da Finlândia.


Resolveu, então, unir as duas coisas: a arte e o interesse pelos animais. Miina recolhe peças de carros antigos com revendedores do seu país e dá preferência a peças de cores variadas, que resultam em um pasto de vaquinhas “verdes” multicoloridas.


Curtiu a ideia? Conheça mais do trabalho no site oficial da artista.(http://www.akkijyrkka.com/tyot/)

(Imagens: Divulgação/Site Oficial Miina Äkkijyrkkä)
Fonte: www.super.abril.com.br

11 de nov. de 2011

Receita para vendas

"... muitos profissionais da área de vendas costumam esquecer é que fechar um negócio é como assar um bolo. Primeiro, você precisa de uma receita, depois, precisa saber que, se deixar de fora um único ingrediente, o bolo não vai sair como o esperado. Então, a primeira coisa que você precisa ter em mente é que o processo de vendas (todas as fases dela) precisa ser cumprido com eficácia."
Por Evaldo Costa - Escritor, consultor, conferencista e professor.



9 de nov. de 2011

Lua cheia - 09/11/11

Raio lunar.
Local: Tyrol, Áustria
Data: 09 de novembro de 2011
Foto: Melkes Zoltan




Extraído do twitter do perfil: @El_Universo_Hoy

GUERRA E PAZ - Natal na Segunda Guerra Mundial

A boa vida dos militares norte-americanos em Natal (RN), a principal base dos Aliandos no hemisfério sul

por Ronaldo Ribeiro
Fonte: National Geographic Brasil
Foto: Ivan Dimitri/Wittlesey House

Natal, Rio Grande do Norte. Nos intervalos dos combates no Atlântico, os soldados norte-americanos paqueravam na principal base aérea do hemisfério sul na Segunda Guerra Mundial

Foto: Ivan Dimitri/Wittlesey House


Alvamar Furtado de Mendonça não se esquece da noite quente e estrelada de 8 de maio de 1945. Jovem morador de Natal, recém-formado em direito, ele fora convidado para elaborar um discurso no Dia da Vitória, parte de uma cerimônia de celebração do fim da Segunda Guerra no Teatro Carlos Gomes.

Da Times Square, em Nova York, à praça Vermelha, em Moscou, multidões em êxtase comemoravam a data. Alvamar vestiu sua melhor roupa e escolheu bem as palavras, mas, na hora em que espiou do palco, teve um choque: a platéia, estranhamente, estava quase vazia. Os organizadores do evento, em pânico, saíram pelo bairro da Ribeira e recrutaram uma legião de transeuntes – mendigos, boêmios, prostitutas – para ocupar ao menos uma parte dos 600 lugares disponíveis. Alvamar enfim falou, mas um tom melancólico já tomara conta do teatro, das ruas, das pessoas. A cidade parecia estar de luto. Porque a guerra havia acabado.

Assim foi a Segunda Guerra em Natal: um tempo de emoções intempestivas, de alegrias e tristezas fora de hora e de contexto. Entre 1942 e 1945, ali funcionou o principal quartel-general dos países aliados no hemisfério sul. Por sua localização, no extremo nordeste da América do Sul, a capital do Rio Grande do Norte é uma das cidades brasileiras mais próximas do continente africano – 3 horas de vôo em jatos de hoje. Por isso ela era uma “ponte” entre os Estados Unidos e a Europa, uma escala obrigatória para todos os vôos que seguiam rumo à África ou aos combates no Atlântico Sul. Outras bases controladas por americanos seriam montadas no Brasil, do Amapá a Santa Catarina, mas nenhuma delas rivalizou em movimento e importância com o Campo de Parnamirim e a Base Naval de Hidroaviões, os dois núcleos militares de Natal durante a guerra.

Em 1943, no auge dos conflitos no Atlântico, Parnamirim era o mais congestionado aeroporto do planeta, com até 800 pousos e decolagens num dia de pico. Natal era tão decisiva que ficou conhecida como a “encruzilhada do mundo”.

A capital potiguar, contudo, jamais foi palco de qualquer combate. Os submarinos alemães não se aproximaram da cidade e nenhuma bomba inimiga foi lançada sobre suas belas praias ou ruas. Os únicos tiros ouvidos eram de treinamentos rotineiros dos americanos. A tensão da guerra estava no ar, o.k., mas os momentos mais assustadores foram, na prática, os exercícios de defesa civil, como os blecautes. Apesar da óbvia falta de estatísticas oficiais sobre o assunto, Natal foi, com certeza, o lugar de melhor qualidade de vida para um soldado na guerra. Os quase 50 mil natalenses da época, por sua vez, puderam descobrir um mundo de novidades. “As pessoas cantarolavam jazz nas ruas. A vida aqui era diferente, sofisticada, uma festa”, lembra-se Alvamar Furtado, hoje com 86 anos.

Natal tornou-se a cidade mais badalada do Nordeste. Os cinemas militares, não raro, e sem que ninguém soubesse fora dali, recebiam convidados especialíssimos: os próprios astros de Hollywood. “Humprey Bogart voou de Marrocos para animar uma sessão de Casablanca no teatro aberto da base de hidroaviões. Os artistas eram comissionados para viajar pelos fronts do mundo todo. A presença deles servia para elevar o moral das tropas”, diz o historiador local José Melquíades, de 76 anos. Bette Davis, lembra-se ele, também visitou Natal. E a orquestra de Glenn Miller tocou no Cine Rex.

Para imaginar como foram aqueles anos loucos em Natal, é preciso observar a guerra como um momento de liberação, um evento protagonizado por uma legião de jovens reprimidos que nunca haviam saído de rincões rurais como Arkansas, Nevada ou Montana. De repente, no meio do horror de um conflito mundial, eles se descobriram num lugar amistoso, tropical, encantador. O mar, a luz, as relações pessoais, tudo era novo em suas vidas. Por vias tortas – a guerra –, eles foram encaminhados ao paraíso.

Os branquelos gastavam seus dias de folga em banhos de mar nas praias de Areia Preta, Ponta Negra ou num outro trecho da orla, menor e mais reservado, que foi batizado Miami. Muitos pagaram um preço salgado pelo programa – terríveis queimaduras de sol –, mas pode-se dizer que eles inauguraram as belezas naturais que, décadas depois, iriam consagrar Natal: o mar verde, quente e calmo, as dunas mutantes, o vento perene. Os natalenses tinham o hábito de ir à praia apenas na “temporada de banhos”, as férias, entre dezembro e janeiro. Nos dias da guerra, eles descobriram que sua rotina poderia ser bem mais agradável.


Os soldados, apesar da influência de seus hábitos, não foram pioneiros. Natal já havia testemunhado a conquista do Atlântico pelos raids aéreos, vôos exploratórios que demonstraram a viabilidade das travessias oceânicas – em 1933, Charles Lindbergh amerissou ali vindo da África. Companhias internacionais de correio aéreo basearam-se nas margens do rio Potengi bem antes da guerra. Nos anos 60 a cidade inaugurou a primeira rampa de lançamentos de foguetes da América do Sul, a Barreira do Inferno. “A história de Natal está ligada ao desejo de voar”, pensa o sociólogo Leonardo Barata, que trabalha na montagem de um museu sobre os antigos aviadores e a Segunda Guerra. Desde 1997 ele já passou oito meses confinado em arquivos federais de Washington, D.C., e do Alabama rastreando imagens raras e documentos confidenciais.

Barata resgatou quase 70 quilos de papéis que jogam um pouco de luz sobre um capítulo obscuro da história do Brasil. De acordo com um documento do Serviço de Inteligência Naval americano, as forças do Eixo (Alemanha, Japão e Itália) possuíam, em 1940, 2 mil bombardeiros em condições de invadir o Nordeste brasileiro – se Hitler tivesse conquistado o norte da África, Pearl Harbor poderia ter sido em Natal. O Departamento de Guerra dos EUA considerava a cidade um dos quatro pontos mais estratégicos do mundo, comparada ao estreito de Gibraltar e aos canais de Suez e Dardanellos, todos no mar Mediterrâneo. Diante da “posição política dúbia” do governo brasileiro, vários planos de invasão do Rio Grande do Norte chegaram a ser elaborados pelos americanos. Em agosto de 1942, o Brasil enfim declarou guerra ao Eixo, depois de vários navios mercantes terem sido atacados por submarinos alemães, com quase 700 mortes. Os Aliados já estavam a postos.

Em 11 de dezembro de 1941, apenas quatro dias depois do ataque japonês a Pearl Harbor, nove hidroaviões amerissaram no rio Potengi para reforçar uma tropa de observadores já baseada na cidade.

O Natal de 1943 registrou um movimento recorde: cerca de 5 mil militares acantonados e 5 mil em trânsito na cidade. Acidentes aéreos, muitos deles com vítimas fatais, tornaram-se freqüentes. Parnamirim era um lugar tão agitado que, em julho do mesmo ano, foi construída ali uma fábrica da Coca-Cola – a primeira da América Latina e a quarta do mundo, depois dos Estados Unidos, do Canadá e da Inglaterra. Uma lanchonete e uma cervejaria, a PX Beer Garden, abririam suas portas no mesmo dia. Para celebrar, o comando do campo organizou uma festa com shows, hambúrgueres e cerveja gelada, tudo de graça. Tinha tudo para ser um evento histórico – e foi, só que contra todas as previsões. Os convidados tomaram todas, quebraram garrafas, depredaram a lanchonete e destruíram as plantas de um jardim vizinho. Nos meses seguintes, os soldados fartaram-se do refrigerante, mas a promissora cervejaria fechou as portas para nunca mais.

No embalo dessa euforia estrangeira, os natalenses tornaram-se, digamos, brasileiros de vanguarda. Bebiam Coca-Cola e chocolate gelado. Fumavam Marlboro e Lucky Strike. Mascavam chicletes de tutti-fruti. Os homens aboliram a vestimenta formal do dia-a-dia e adotaram roupas cáqui, de inspiração militar-esportiva. Ou jeans. Aprenderam a tratar-se como “My friend!”, a comer um lunch, a dançar foxtrote. No supermercado de Parnamirim, um dos maiores do mundo, os negócios chegaram a girar 50 mil dólares num único dia. Viver na capital do Rio Grande do Norte era, enfim, um grande barato. “Natal era como uma moça pudica que, da noite para o dia, arrumou um namorado liberal, escolado. Éramos muito conservadores. Os gringos ensinaram nossas garotas a beijar!”, lembra-se Protásio Pinheiro de Melo, 86 anos, um dos raros natalenses vivos que viram de perto o cotidiano das bases. Autodidata e com inglês fluente, ele era professor de português dos soldados.

Ganhava em dólar para ensinar a eles apenas o bê-á-bá da convivência social – cortejar uma garota, por exemplo.

De fato, as moças ditas pudicas de Natal namoraram como nunca durante a guerra. Os soldados gozavam de status na sociedade local, mas, com a gritante desproporção demográfica, eles foram obrigados a abdicar de qualquer parâmetro estético. Belas, feias, altas, baixas, gordas ou magras, todas se deram bem. “Foi um período bem complicado para os rapazes daqui. Não havia moças solteiras na cidade”, completa o professor Protásio. As mulheres, que antes só saiam de casa acompanhadas dos pais ou irmãos, eram convidadas vips dos bailes dos clubes militares. Foi a classificação desses eventos – for all (para todos) – que semeou um dos dogmas da guerra: o termo forró. Alguns historiadores contestam. Para eles, a palavra teria origem em “forrobodó”, os bailes populares onde se dançava essa variante do baião.

Os soldados cumpriam todos os protocolos para conquistar as cobiçadas moças solteiras de Natal. Algumas histórias de amor acabaram bem, caso do sargento Donald Wroblewski, que se casou com Guiomar Gomes e ficou na cidade. Na calada da noite, porém, oficiais e praças seguiam em bandos para os diabólicos bordéis de Natal. O quadrilátero do sexo era formado pelas ruas Doutor Barata, Chile, Tavares de Lira e Frei Miguelinho, na Ribeira, perto do porto. As madrugadas ferviam em prostíbulos como o Wonder Bar, a Casa da Maria Boa, a Pensão da Estela e o Bar Ideal – os preços das mulheres dali eram os mais baixos de toda a América Latina. O índice de doenças venéreas cresceu tanto que grupos de soldados passavam semanas de cama, afastados das operações. Foi preciso uma intervenção oficial, em caráter de urgência. Para as garotas saudáveis da zona do meretrício, os médicos americanos emitiam atestados de saúde, os famosos love cards.

Natal pode ser considerada o berço do imperialismo americano no Brasil, um laboratório do modelo cultural que o país iria adotar nas décadas seguintes. Naqueles loucos anos, contudo, essa era uma leitura impossível mesmo para o mais informado morador da cidade. Na prática, muita gente viu na guerra apenas uma chance de ganhar um bom dinheiro – em notas bem verdinhas, diga-se. A economia local passou por uma enorme transformação: o custo de vida aumentou, o dólar virou moeda corrente no lugar do mil-réis, havia mercados e valores diferentes para brasileiros e americanos. Muita gente fez fortuna. Theodorico Bezerra, dono do Grande Hotel, encheu os bolsos abrigando a elite dos oficiais estrangeiros. A viúva Machado, dona das terras onde foi erguido o Campo de Parnamirim, idem. Maria Boa, a cafetina, não deixou por menos.

Os dólares em circulação geraram cobiça e episódios ridículos. Por um tempo, alguns natalenses conseguiram vender urubus depenados como se fossem galinhas para o centro de provisões de Parnamirim. Pior era feito com os sagüis, bicho de estimação favorito dos militares. As crianças embebedavam o pequeno primata, que, parecendo ser manso, passava a ter melhor cotação. Os soldados sempre acabavam no prejuízo, pois os animais ficavam indóceis e fugiam assim que despertavam do pileque.

Outra folclórica interferência dos brasileiros no way of life dos soldados viria pelos pés. Logo nos primeiros dias em Parnamirim, os estrangeiros começaram a reclamar da falta de vegetais no cardápio. Na região de Natal, na época, havia pouca agricultura e era difícil encontrar folhas ou legumes em quantidade. A saída foi montar uma horta nas margens de uma lagoa. Os comandantes escolheram para a empreitada soldados com comprovada experiência agrícola, vindos do Tennessee, no sudeste dos Estados Unidos. Mas um novo problema surgiu: as botas militares revelaram-se desconfortáveis demais para o trabalho no campo.

O jovens não desanimaram. Levaram uma foto de uma tradicional bota rancheira americana para Severino Edízio de Silveira, o melhor sapateiro da cidade. Ele analisou o modelo, concebeu uma versão mais leve, caprichou. Resultado: as botas fizeram tanto sucesso que mesmo os soldados que não trabalhavam na horta acabaram aderindo. Todos os que chegavam a Natal, mesmo em trânsito para outros países, logo adquiriam o seu par. A fama correu o mundo, principalmente nos territórios tropicais classificados como “cinturão da malária”. Nos fronts, soldados se identificavam pelos pés – as botas indicavam quem havia passado por Natal. Encomendas chegavam à cidade de destinos impensados, como as ilhas do Pacífico, congestionando as linhas de rádio em momentos tensos, quando se desenrolavam combates no meio do Atlântico. Um caos. O comando de Parnamirim teve de regulamentar o comércio dos calçados, mas Edízio continuou a fabricá-los para os natalenses até sua morte, em 1982.

O controle das bases dos Aliados foi transferido aos militares brasileiros em 5 de outubro de 1946, numa discreta cerimônia em Parnamirim. Aos poucos a euforia da guerra esmaeceu. A população da então famosa Natal saltou de 50 mil para 400 mil moradores e, por alguns anos, a cidade ainda sustentou-se como a mais importante do Nordeste, antes de ser ofuscada por centros como Recife e Salvador. Hoje, no rio Potengi, onde tudo começou, a vagareza dos barcos de pesca imprime à paisagem um tom bucólico que não combina com as aventuras radicais dos pioneiros aviadores que pousaram em suas águas . Perto dali, prostitutas insistem em sondar os marinheiros estrangeiros que ainda perambulam pelas noites decadentes da rua Chile, na beira do cais. Parece que todo o glamour ficou no passado.

Os aviões, no entanto, continuam pousando em Parnamirim. As pistas construídas para a guerra servem hoje aos Boeings e outros jatos do Aeroporto Internacional Augusto Severo (o pioneiro aeronauta local, que morreu em Paris na queda de um balão, em 1902). Os turistas que chegam à capital potiguar refazem o percurso dos C-47, dos B-25 e de outros aviões da década de 40. Aterrisam lado a lado com Tucanos e Xavantes, os modelos usados no treinamento dos pilotos da base da Aeronáutica que ocupa a área do Campo de Parnamirim. Esse intenso tráfego aéreo, simbolicamente, perpetua a ligação da cidade com os anos da Segunda Guerra. A diferença, quase 60 anos depois, é que vivemos tempos de paz. Em busca do sol de Natal, desembarcam felizes em Parnamirim agora não apenas viajantes americanos, mas também alemães, japoneses e italianos.

7 de nov. de 2011

Campeonato Brasileiro - Análises finais

Faltando 5 rodadas para o término do Campeonato Brasileiro, ainda não podemos apontar o candidato absoluto para o título. 5 times estão na briga. São eles:

1º. Corínthians (58 pontos)
2º. Vasco (58 pontos)
3º. Fluminense (56 pontos)
4º. Botafogo (55 pontos)
5º. Flamengo (55 pontos)

A grande surpresa do campeonato é o time do Figueirense. O clube está invicto há 12 jogos e vem numa crescente no campeonato. Possa ser que ele corra por fora, e de repente, apareça aí na última rodada brigando por algo. Veremos. 

Abaixo seguem os confrontos de cada time na sequência do campeonato e uma breve análise para cada jogo. Façam suas apostas:

 
CORÍNTHIANS X Atlético/PR
Apesar do amplo favoritismo do Corínthians, por jogar em casa, não se pode menosprezar o time do Atlético/PR, pois o mesmo luta para escapar do rebaixamento. 

Ceará  X CORÍNTHIANS
Jogo complicadíssimo para o Corínthians. O Ceará vem também na briga para escapar do rebaixamento e, assim como o Corínthians, tem uma torcida apaixonadíssima que irá apoiar o time nessa reta final. 

CORÍNTHIANS X Atlético/MG
Teoricamente pode ser o jogo mais fácil para o Corínthians nessa reta final. Vai depender muito se o Galo Mineiro já tiver livre do rebaixamento. É o que eu acredito que vá acontecer.

Figueirense X CORÍNTHIANS
Aquilo que eu falei no início: O Figueirense é um time muito arrumado e o Técnico Jorginho vem fazendo um excelente trabalho. Se na sequência, o Figueira não brigar mais pelo título, certeza de estar brigando por uma vaga na Libertadores.

CORÍNTHIANS X Palmeiras
A velha estória: clássico é clássico. O Palmeiras vem mal das pernas, mas por ser um clássico  de muita rivalidade, não vai ser jogo fácil para o Timão. Detalhe: o Palmeiras também poderá estar fazendo esse jogo contra o rebaixamento.

VASCO X Botafogo
É o famoso jogo de seis pontos e é clássico. O Vasco geralmente não consegue se dar bem com o Botafogo em Campeonatos Brasileiros. É jogo chave para os clubes para a sequência do campeonato.

Palmeiras X VASCO
Um jogo sem palpites. Apesar do Palmeiras não estar fazendo um bom campeonato, a luz de alerta do rebaixamento acendeu para o clube. Vai brigar pela vitória. Não é jogo fácil para o Vasco. 

VASCO X Avaí 
Dependendo dos resultados anteriores do Avaí, possa ser que o time já se encontre rebaixado. O Vasco torce para isso e, assim, poderá ter esse jogo mais tranquilo. 

Fluminense X VASCO
Só será possível emitir alguma opinião nesse jogo com os resultados anteriores de ambas as equipes. As duas podem ou não ainda estar brigando pelo título. Se o Flu não brigar mais, com certeza estará brigando pela vaga na Libertadores.

VASCO X Flamengo
Clássicos dos clássicos na última rodada do brasileirão 2011. Pode ser o jogo do título de qualquer um dos clubes, ou apenas o jogo da vaga da Libertadores para o Flamengo. 

FLUMINENSE X América/MG
O Fluzão vem numa crescente no campeonato; é o melhor time do returno e não vai querer bobear na reta final para o lanterna do campeonato e jogando em casa. É o jogo mais fácil do tricolor nessa reta final. 

FLUMINENSE X Grêmio
Outro jogo importantíssimo para o Flu. Esse jogo poderá ser o jogo da liderança do campeonato brasileiro 2011. É certeza da torcida empurrando o clube para a vitória em cima do tricolor gaúcho.

Figueirense X FLUMINENSE
Dependendo dos resultados anteriores do Figueirense, possa ser que ele não brigue mais pelo título, nem mesmo o Fluminense. Jogar lá em SC é tarefa bem difícil para qualquer clube, principalmente nessa reta final, onde o Figueira possa beliscar uma vaga na Libertadores. 

FLUMINENSE X Vasco
Mesma opinião que falei anteriormente: Só será possível emitir alguma opinião para esse jogo com os resultados anteriores de ambas as equipes. Os dois times podem ou não ainda estar brigando pelo título. Se o Flu não brigar mais, com certeza estará brigando pela vaga na Libertadores.

Botafogo X FLUMINENSE
Mesma análise em relação ao jogo anterior. Pode ser o jogo do título de uma ou outra equipe ou o jogo para alcançar uma vaga na Libertadores 2012.

Vasco X BOTAFOGO
Jogo chave para ambas as Equipes para a sequência do campeonato. Os dois times vêm de derrota, e não vão querer deixar essa oportunidade do título passar. 

América/MG X BOTAFOGO
O América/MG já mostrou que não é pato morto. Já ganhou de Vasco, de Fluminense e, recentemente do Corínthians. O Fogão que abra o olho para esse jogo. 

BOTAFOGO X Internacional
Os resultados anteriores do Internacional podem dar uma definição do que o clube queira na sequência do campeonato. Se o Colorado não tiver mais brigando por vaga na Libertadores, pode ser um jogo teoricamente fácil para o Fogão. 

Atlético/MG X BOTAFOGO
É outro jogo que dependerá dos resultados anteriores do Galo Mineiro. Se o Atlético já estiver escapado do rebaixamento (o que é muito provável), possivelmente esse pode ser um jogo fácil para o Fogão, apesar de jogar fora de casa. 

BOTAFOGO X Fluminense
Mesmo comentário que fiz anteriormente. Pode ser o jogo do título de uma ou outra equipe ou o jogo para alcançar uma vaga na Libertadores 2012. De qualquer forma, o clássico-vovô vai pegar fogo. 


Coritiba X FLAMENGO
O Coritiba é um time tinhoso e ainda pode sonhar em querer uma vaga para a Libertadores 2012 - o que é muito difícil. Enfim, não é jogo tranquilo para o Flamengo. 

FLAMENGO X Figueirense
Não vou ficar enchendo mais a bola do Figueirense, todos já sabem que é um time arrumado dentro de campo. No mínimo, briga por uma vaga na Libertadores. Apesar de jogar em casa, não será tarefa fácil para o Flamengo. 

Atlético/GO X FLAMENGO
Se o Dragão já estiver escapado da degola - o que é muito provável, poderá ser um jogo muito tranquilo para o rubro-negro carioca, apesar de jogar fora. 

FLAMENGO X Internacional
É outro jogo que poderá ser tranquilo para o Flamengo, caso o Inter tenha deixado de brigar por vaga na Libertadores. 

Vasco X FLAMENGO
É o clássico do 'Tudo é Possível'. Pode ser o jogo do título de uma das equipes; pode ser o jogo por uma vaga na Libertadores para o Flamengo; pode ser que o Vasco queira atrapalhar o título ou a vaga do Flamengo para a Libertadores; e pode ser que o Flamengo queria atrapalhar o título do Vasco. Clássico dos clássicos na última rodada é fogo. 

E pra você, quem será o Campeão Brasileiro 2011?
Deixe sua opinião. 



4 de nov. de 2011

Encontre o gato

Vi essa imagem no blog de Jozimar Jr. (www.jozimarjr.com) e gostei da brincadeira.
Encontre um gato nessa imagem: 


Dodge Charger

Pode sonhar com ele todos os dias??

Land Rover - 2015


LAND ROVER APRESENTA NOVA PROPOSTA DO DEFENDER 2015

ESCRITO POR FERNANDO GARCIA 

A Land Rover vai apresentar durante o Salão de Los Angeles uma versão conceitual atualizada do que será o novo Defender. Batizado de DC100 Concept, o jipe mostra as características quadradas do modelo original. O primeiro projeto do DC100 Concept foi apresentado no Salão de Frankfurt, em setembro, cuja reação do público foi bastante positiva.

Em entrevista à agência de notícias InsideLine, o diretor da marca britânica, John Edwards comentou que o modelo já está enfrentando uma bateria de testes e aprimoramentos. “No geral, a reação dos visitantes que estiveram presentes no estande da Land Rover para ver o DC100 reforçou o que queríamos fazer e disse-nos que estamos praticamente no caminho certo", disse o executivo se referindo à mostra alemã

Ainda de acordo com Edwards, a ideia é resgatar as raízes da marca e atender o publico californiano, sobretudo os adeptos deste tipo de veículo como os surfistas.

O Salão de Los Angeles 2011 acontece entre os dias 18 e 27 de novembro.




Fonte: www.revistatorque.com.br

31 de out. de 2011

Aurora Boreal - Finlândia

Foto da aurora boreal registrada na noite de 31 de outubro de 2011, na Finlândia:


Extraída do twitter: @El_Universo_Hoy

Veleiro de quase R$ 300milhões

ESTILO DE VIDA

Veleiro mais caro do mundo custa quase R$ 300 milhões

Com 300 pés e sistema de içamento automático de velas, Eos Impressive pertence a magnata do cinema


Da Redação - Revista Alfa


O maior e mais caro iate à vela do mundo pertence ao magnata da indústria cinematográfica Barry Diller. Produzido há 5 anos em um estaleiro de Bremen, na Alemanha, os 300 pés do Eos Impressive custaram quase 100 milhões de libras ( 280 milhões de reais) ao bilionário.

A escuna de madeira que aportou Dartmouth, sul da Inglaterra, nesta quinta-feira (27) conta com os mais modernos equipamentos eletrônicos, sistema automático de içamento de velas e algumas pequenas lanchas de alta velocidade para fazer o translado dos convidados até a terra firme.

“É uma visão magnífica. Sem dúvida, um dos barcos mais imponentes já vistos em qualquer lugar do mundo”, disse ao Daily Mail o executivo do porto de Dartmouth Clarance Nick.


Barry Diller, de 69 anos, fez a sua fortuna trabalhando em Hollywood. Nos anos 70 e 80 foi o executivo-chefe da Paramount Pictures, quando produziu os blockbusters, Indiana Jones: Os Caçadores da Arca Perdida e Um Tira da Pesada.

Após se desligar da Paramount, Diller passou a chefiar a Fox Broadcasting Company. Foi ele quem apostou em Simpsons e colocou a série no ar. Além dos sucessos nas telas, Diller é proprietário da InterActiveCorp, empresa controladora da Ticketmaster.

Após deixar a Inglaterra, a embarcação seguirá para Gibraltar, no extremo sul da Espanha, e depois regressará ao estaleiro onde foi construído para manutenção. O Eos Impressive nunca esteve no Brasil.


Fonte: http://revistaalfa.abril.com.br

30 de out. de 2011

Retratos de Amor, Harmonia e Liberdade

por: Tuanne Eggers

Benoit Paillé, participante há sete anos do grupo nômade Rainbow Gathering, fotografou alguns destes encontros durante três anos. A produção de imagens não costuma ser permitida, porém Paillé captou fotografias muito especiais daqueles a quem se refere como seus irmãos e irmãs.

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Grande Canária, Espanha, 2011

Amor, harmonia, paz e liberdade são as principais motivações do Rainbow Gathering, um grupo de hippies que vive em comunidades temporárias, como nômades. Alguns encontros do grupo - que ocorreram na Espanha, México e Canadá – foram fotografados durante três anos pelo fotógrafo canadense Benoit Paillé,  participante do grupo há sete anos.

As fotografias são raras, pois o Rainbow Gathering não costuma permitir a produção de imagens durante seus encontros, que podem durar de alguns dias a alguns meses. Paillé captou a beleza daqueles a quem se refere como seus irmãos e irmãs, resultando em belíssimas fotografias repletas de cores, olhares e sentimentos puros.

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Grande Canária, Espanha, 2011

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Grande Canária, Espanha, 2011

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Grande Canária, Espanha, 2011

Segundo Paillé, o grupo se define como “comunidades temporárias de vários lugares do mundo que costumam viver em diversos ambientes a céu aberto para praticar ideias de paz, amor, harmonia, liberdade e espírito de coletividade, com o objetivo de se contrapor ao consumismo, ao capitalismo e à comunicação de massa”. É uma espécie de contracultura, um tipo de comunidade que era bastante comum nos anos 60, época em que hippies se encontravam em seus trailers e viviam juntos por algum tempo.

Para o fotógrafo e outros participantes do grupo, as pessoas são o amor, a magia e a beleza. Estes irmãos e irmãs são as pessoas do futuro. Bom seria se o mundo inteiro fosse contaminado pelos ideiais e inspirações do Rainbow Gathering.

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Grande Canária, Espanha, 2011

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Grande Canária, Espanha, 2011

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Grande Canária, Espanha, 2011

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Rainbow Gathering Palenque, Chiapas, México 2010

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Rainbow Gathering Palenque, Chiapas, México 2010

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Rainbow Gathering Palenque, Chiapas, México 2010

© Rainbow Gathering, Rainbow Gathering, Rainbow Gathering Palenque, Chiapas, México 2010

Fonte: www.obviousmag.org

Foto Espetacular

Esquiadora britânica salta durante competição de "Freeski" em Londres, na Inglaterra
Foto: Carl de Souza/France Presse


29 de out. de 2011

The Golden Age - por: The Asteroids Galaxy Tour.

Assista ao comercial no YouTube
Assista ao clipe no YouTube
Assista a uma versão do comercial com performance da banda

27 de out. de 2011

Ilusão de ótica?

Olhe para o nariz vermelho dessa foto durante 10 segundos, depois olhe para uma parede branca piscando rapidamente.

Frase do Dia - FRAGA

"Mais vale um passarinho cagando em nossas cabeças que vários engaiolados sujando folhas de jornal."

Via: @F_R_A_G_A pelo twitter

"O Que Você Quer Saber De Verdade" - Clipe Oficial



Marisa Monte lança segundo clipe de novo disco
Música 'O Que Você Quer Saber de Verdade' também dá nome a primeiro álbum da cantora em 5 anos

Fotos de Assis Barbosa (@assis_1961)

Cachoeira do Pinga - Portalegre/RN 

 Carnaúba dos Dantas/RN

Cuité/PB 

Francisco Dantas/RN 

Japi/RN 

Parque Aluízio Alves - Parnamirim/RN 

Pedra da Boca - Araruna/PB 

Solar Ferreiro Torto - Macaíba/RN

Fotos do amigo do twitter Assis Barbosa (@assis_1961)
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