23 de fev de 2011

5 dicas para criar valor

5 dicas para criar valor Por professor Paulo Sérgio Buhrer
  1. Visão – Seja vendedor, gerente ou dono de empresa, sem visão de longo prazo, não há empresa sólida, sustentável. Se a visão da empresa é a de crescer, melhorar seus lucros e resultados, deve repassar essa visão aos colaboradores desde o momento da seleção de pessoal ao dia a dia destes na empresa. Começa-se a criar valor numa companhia muito antes de os clientes adentrarem nela.
  2.  Amor – É importante contratar pessoas que se alinhem aos valores e à missão da empresa. É claro que isso é praticamente impossível acertar em 100% das vezes, mas, para criar valor, é preciso ter gente boa, competente, capaz e, sobretudo, que ame o que faz para que o realize tão benfeito a ponto de os clientes desejarem estar ali, adquirindo seus produtos/serviços.
  3. Lealdade – As pessoas dentro de uma organização têm de ser leais umas com as outras, do contrário não conseguirão repassar isso aos clientes. Se elas notarem lealdade por parte da empresa e de seus líderes, certamente compreenderão a importância de fazerem o mesmo com os clientes. Entenderão que ser leal aos consumidores é atendê-los bem, sorrir por sua presença e apresentar entusiasticamente produtos e serviços.
  4. Originalidade – Temos de ser originais quando estamos atendendo. Técnicas são importantíssimas, mas elas não superam uma cara feia, um ar de má vontade ao atender. Por isso a importância de contratar pessoas que gostam do que fazem e dar a elas oportunidades de progresso para que, ao atender, mostrem entusiasmo verdadeiro aos clientes.
  5. Reciprocidade – Não há como criar valor verdadeiro se as pessoas que laboram numa empresa não são bem remuneradas e reconhecidas. É claro que dinheiro é muito importante e ninguém trabalha apenas por amor, a não ser em situações voluntárias e filantrópicas, por isso o respeito pelas pessoas é um fator fundamental para criar valor nas organizações.
Em síntese, não é complicado criar valor para os clientes quando ele é criado, primeiramente, na empresa, pelo respeito desta com as pessoas que nela laboram e pelo alinhamento de quem dela faz parte com os objetivos empresariais.

Professor Paulo Sérgio Buhrer é formado em ciências contábeis, com pós-graduação em gestão empresarial e MBA em gestão de pessoas. 

Um comentário:

  1. Boa. Acertou na mosca.Bate comigo. Isso também vale para pessoa física, o lado pessoal e o lado profissional.

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